http://vferreira.no.sapo.pt/main.html
Correcção da ficha de leitura sobre o conto: "A Estrela" de Vergílio Ferreiral.
Lê atentamente o primeiro parágrafo.
1.1- Situa a acção no tempo.
Um dia à meia-noite.
1.2- Descreve a estrela e indica onde se encontrava àquela hora.
Era a estrela mais gira ao céu, muito viva , bonita e passava por cima da torre.
1.3- Indica um recurso estilístico presente nesse parágrafo.
É a adjectivação "mais gira, muito viva".
(Pergunta de retórica "Como é que a não tinham roubado?''').
1.4- Que pensava Pedro fazer com a estrela?
Pedro pensou em guardá-la no seu quarto, talvez a trouxesse ao peito, ou talvez a desse à mãe para enfeitar o cabelo.
1.5- Indica os graus dos adjectivos presentes na frase; "Era a estrela mais gira do céu, muito viva...".
“A mais gira” - grau superlativo relativo de superioridade; “muito viva” - grau superlativo absoluto sintético.
2- Lê com atenção o segundo parágrafo.
2.1- Caracteriza o Pedro.
O Pedro tinha sete anos, era ágil, tinha algum medo, estava descalço, suava, tinha as calças a cair, não tinha bolsos e tinha sono.
2. l. l - Quais os processos utilizados na sua caracterização.
Caracterização directa e heterocaracterização.
2.2- Qual o recurso estilístico presente na expressão "...porque o medo vinha a correr também atrás dele ". Personificação.
2.3- De que modo Pedro transportou a estrela? Entalou-a no cordel das calças.
2.4- Indica dois recursos estilísticos presentes na descrição da estrela,
Comparação - 'lembrava um pirilampo..."; adjectivação - "formidável, maior",
3. Lê desde o terceiro parágrafo até "...só tinha luz quando ele tinha sono ".
3.1-0 que pensou a mãe quando o Pedro gritou?
Pensou que fossem restos de sonho.
3.2-0 que estava dentro da caixa pela manhã?
Uma estrela que parecia de lata.
3.3- Como passou o Pedro o dia?
Passou o dia muito quieto, muito triste e mal comia.
3.4- O que o pai pensou do comportamento de Pedro?
Pensou que ele tinha tramado alguma ou estava para tramar.
3.5- O que aconteceu à noite?
A estrela voltou a brilhar.
3.6- Que conclusão tirou o Pedro?
O Pedro concluiu que a estrela só brilhava à noite.
4. Lê desde "Aconteceu então..." até "...não fosse o diabo tecê-las.".
4.1-0 que causou o burburinho?
Foi um velho que começou a berrar coisas que não se percebiam por terem roubado a estrela.
4.2- QuaÍ a relação de Pedro com o velho?
Pedro conhecia bem o velho que gostava dele e o chamava da varanda, dava-lhe berlindes, aguçava-lhe o bico do pião e contava-lhe histórias.
4.3- Por que motivo foi o velho que descobriu o roubo? O velho já não podia trabalhar e não tinha sono, por isso durante a noite olhava as estrelas.
4.4- Como reagiu o sr. António Governo?
Não se importou com o roubo da estrela, porque não se queria meter em chatices.
4.5- Por que motivo o Cigarra não concordava com o Sr. António Governo?
Não concordava, porque ele considerava que as estrelas enfeitam e tinham roubado a mais bonita.
4.6- Por que razões o pai se colocou do lado do Cigarra e do velho?
Não gostava do Governo e devia favores ao velho.
4.7- O que fazia Pedro quando se falava em casa do roubo da estrela?
Fazia que não ouvia, muito encavacado, comendo depressa para se raspar logo para a cama.
5, Lê desde "Ora certa noite..." até "...amanhã falamos."
5.1- Identifica um recurso estilístico presente no primeiro parágrafo desta parte.
É a comparação "como se lhe estivesse a pedir a alma ".
5.2- Quem e como descobriu que tinha sido Pedro a roubar a estrela?
Foi a mãe, quando viu luz por debaixo da porta e entrou no quarto, vendo-o com a estrela na mão.
6- Lê desde "Mas no outro dia..." até ao final,
6. l - Por que motivo a freguesia achava que a estrela não era aquela?
A estrela não brilhava durante o dia.
6.2- Por que motivo o pai disse que deveria ser o Pedro a colocar a estrela no sítio?
Tinha sido o Pedro que a tinha tirado.
6.3- O que aconteceu a Pedro depois de ter colocado a estrela no seu sítio?
Caiu e morreu.
6.4- O que pretenderá transmitir o autor deste conto?
O autor pretende transmitir que quando concretizamos o sonho, não nos sentimos satisfeitos, mas se deixamos de sonhar a nossa vida deixa de ter sentido.
http://www.criticaliteraria.com/9724717135
quarta-feira, 30 de maio de 2007
quinta-feira, 24 de maio de 2007
Síntese do episódio da Tempestade
1- Tipo de episódio: Naturalista
2- Canto: VI
3- Plano: Plano da Viagem, Plano Mitológico (e Plano da História de Portugal só na chegada à Índia)
4- Narrador: Luís de Camões;
5- Responsável pela tempestade: Baco
6- Ajudante dos portugueses: Vénus, pedindo às ninfas que seduzissem os ventos.
Trabalho realizado por: Samuel 9º B
2- Canto: VI
3- Plano: Plano da Viagem, Plano Mitológico (e Plano da História de Portugal só na chegada à Índia)
4- Narrador: Luís de Camões;
5- Responsável pela tempestade: Baco
6- Ajudante dos portugueses: Vénus, pedindo às ninfas que seduzissem os ventos.
Trabalho realizado por: Samuel 9º B
Síntese do episódio do Adamastor
1- Tipo de episódio: Simbólico
2- Canto: V
3- Plano: Viagem e mitológico
4- Narrador: Vasco da Gama (participante e subjectivo)
5- Simbologia do Adamastor:
a) Geograficamente, simboliza o Cabo das Tormentas;
b) Historicamente, representa as dificuldades e obstáculos que os portugueses tiveram que enfrentar nas suas viagem;
c) Mitologicamente, significa a fustracão amorosa pelo amor não correspondido;
d) O castigo por enfrentar os deuses.
6- Estrutura do episódio:
7-Caracterização do Adamastor:
“Hua figura, robusta e válida,
De disforme e grandíssima estrutura;
O rosto carregado, a barba esquálida,
Os olhos encovados, e a postura
Medonha e má, e a cor terrena e pálida;
Cheios de terra e crespos os cabelos,
A boca negra, os dentes amarelos.”
“Tão grande era de membros…
Cum tom de voz nos fala, horrendo e grossa,…”
“…o monstro horrendo…
A boca e os olhos negros…
…com voz pesada e amara…”
2- Canto: V
3- Plano: Viagem e mitológico
4- Narrador: Vasco da Gama (participante e subjectivo)

5- Simbologia do Adamastor:
a) Geograficamente, simboliza o Cabo das Tormentas;
b) Historicamente, representa as dificuldades e obstáculos que os portugueses tiveram que enfrentar nas suas viagem;
c) Mitologicamente, significa a fustracão amorosa pelo amor não correspondido;
d) O castigo por enfrentar os deuses.
6- Estrutura do episódio:
7-Caracterização do Adamastor:
“Hua figura, robusta e válida,
De disforme e grandíssima estrutura;
O rosto carregado, a barba esquálida,
Os olhos encovados, e a postura
Medonha e má, e a cor terrena e pálida;
Cheios de terra e crespos os cabelos,
A boca negra, os dentes amarelos.”
“Tão grande era de membros…
Cum tom de voz nos fala, horrendo e grossa,…”
“…o monstro horrendo…
A boca e os olhos negros…
…com voz pesada e amara…”
8- Comparação entre o Mostrengo e o Adamastor:
http://educom-nt.educom.pt/proj/por-mares/adamastor_mostrengo.htm
http://novosnavegantes.blogs.sapo.pt/5409.html
Trabalho realizado por: Samuel Leite, 9º B
Marcadores:
Adamastor,
Adamastor vs Mostrengo,
Estrutura,
Simbologia
sexta-feira, 18 de maio de 2007
Eça de Queirós
Encontrei um blog muito interessante sobre "Os Maias" e aqui deixo o endereço para todos os que sintam curiosidade:
http://oegodequeiros.blogs.sapo.pt/
Quem preferir "O Crime do Padre Amaro" deve consultar:
http://twice.blogs.sapo.pt/
Marcadores:
"O Crime do Padre Amaro",
"Os Maias",
Eça de Queirós
Síntese do episódio da Batalha de Aljubarrota
1- Tipo de episódio: Bélico
2- Canto: IV

3- Plano: História de Portugal
4- Narrador: Vasco da Gama (subjectivo e omnisciente)
5- Causas da Guerra:
“Uns leva a defensão da própria terra,
Outros as esperança de ganhá-la.”
“Outros a sede dura vão culpando
Do peito cobiçoso e sitibundo,
Que, por tomar o alheio…”
6- Consequências da guerra:
“Encobrem no profundo peito a dor
Da morte, da fazenda despendida,
Da mágoa, da desonra e triste nojo
De ver outrem triunfar de seu despojo”
“Que, por tomar o alheio, o miserando
Povo aventura às penas do Profundo, …”
“Deixando tantas mães, tantas esposas,
Sem filhos, sem maridos, desditosas.”
Trabalho realizado por Samuel e Nuno do 9º B
2- Canto: IV

3- Plano: História de Portugal
4- Narrador: Vasco da Gama (subjectivo e omnisciente)
5- Causas da Guerra:
“Uns leva a defensão da própria terra,
Outros as esperança de ganhá-la.”
“Outros a sede dura vão culpando
Do peito cobiçoso e sitibundo,
Que, por tomar o alheio…”
6- Consequências da guerra:
“Encobrem no profundo peito a dor
Da morte, da fazenda despendida,
Da mágoa, da desonra e triste nojo
De ver outrem triunfar de seu despojo”
“Que, por tomar o alheio, o miserando
Povo aventura às penas do Profundo, …”
“Deixando tantas mães, tantas esposas,
Sem filhos, sem maridos, desditosas.”
Trabalho realizado por Samuel e Nuno do 9º B
Marcadores:
Batalha de Aljubarrota,
Camões,
Os Lusíadas
Conteúdos para a 5ª prova de avaliação do 9º Ano - 29 / 5 / 2007
Perguntas de interpretação sobre um excerto de um episódio.
Planos narrativos;
Tipos de episódios.
Voz passiva.
Recursos estilísticos
Simbologia do adamastor.
Características da tragédia clássica.
Classificação morfológica
Classificação das estrofes, dos versos e tipos de rima.
Orações subordinadas.
Discurso indirecto
Conjugação pronominal
Conjugação perifrástica.
Composição.
Ficha Formativa:
http://ebleonardocoimbra.nonio.uminho.pt/mod/resource/view.php?id=117
Planos narrativos;
Tipos de episódios.
Voz passiva.
Recursos estilísticos
Simbologia do adamastor.
Características da tragédia clássica.
Classificação morfológica
Classificação das estrofes, dos versos e tipos de rima.
Orações subordinadas.
Discurso indirecto
Conjugação pronominal
Conjugação perifrástica.
Composição.
Ficha Formativa:
http://ebleonardocoimbra.nonio.uminho.pt/mod/resource/view.php?id=117
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Educar & Ensinar... Simplesmente inteligente.
Numa escola oficial estava a ocorrer uma situação inusitada: uma turma de miúdas de 12 anos, que usavam baton todos os dias, removiam o excessobeijando o espelho da casa de banho.O director andava bastante aborrecido, porque a senhora da limpeza tinha umtrabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de baton. Chegou a chamar a atenção delas durante quase 2 meses, e nada mudou, todos os dias acontecia amesma coisa....Um dia, o director juntou as meninas e a senhora da limpeza na casa de banho, explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho comtodas aquelas marcas que elas faziam. Depois de uma hora falando, e elas com cara de gozo, o director pediu à senhora "para demonstrar a dificuldade do trabalho". A senhora da limpeza imediatamente pegou no pano, molhou na sanita e passou no espelho. Nunca mais apareceram marcas no espelho!!!!
"Há professores e há educadores".
"Há professores e há educadores".
segunda-feira, 7 de maio de 2007
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Síntese do episódio de Inês de Castro
1- Tipo de episodio: Lírico
2- Canto: III
3- Plano: História de Portugal
4- Narrador: Vasco da Gama (omnisciente e subjectivo)
5- Argumentos de Inês:
a) Oposição entre a crueldade dos homens e piedade dos animais selvagens pelas crianças (126);
b) Não é humano matar uma donzela inocente (127);
c) Invocação da sua fraqueza da sua inocência e da orfandade dos seus filhos (127);
d) Pedido de clemência (128);
e) Sugestão de exílio na Cítia ou na Líbia ou entre os leões e tigres (129);
6- Evolução psicológica de D. Afonso IV:
1º Determina matar Inês, por causa do murmurar do povo e do filho que não se queria casar com outra (122-123);
2º Fica com piedade, porque viu Inês com as crianças (124);
3º O Rei é persuadido pelo povo com falsas e ferozes razões (124);
4º Queria perdoar-lhe por causa do seu discurso (130);
5º O povo convence o Rei a matá-la, porque assim estava destinado (130);
7- Características da tragédia clássica presentes no episodio de Inês:
a) Personagens de alta estirpe social – “Depois de ser morta foi rainha”
b) Presença de sentimentos de piedade e horror:
“Já movido a piedade”;“horríficos algozes”;“ brutos matadores”;”férvidos e irosos”; "olhos piedosos”.
c) Presença do destino que castiga personagens inocentes: - “Que a fortuna não deixa durar muito…”;”E o seu destino (que desta sorte o quis)”
d) Existência de um ponto culminante
Decisão de matar e morte de Inês (130-132)
e) Existência de um coro que vai comentando as partes mais trágicas.
Comentários do narrador: “contra uma dama, ó peitos carniceiros, Feros vos amostrais e cavaleiros?”
2- Canto: III
3- Plano: História de Portugal
4- Narrador: Vasco da Gama (omnisciente e subjectivo)
5- Argumentos de Inês:
a) Oposição entre a crueldade dos homens e piedade dos animais selvagens pelas crianças (126);
b) Não é humano matar uma donzela inocente (127);
c) Invocação da sua fraqueza da sua inocência e da orfandade dos seus filhos (127);
d) Pedido de clemência (128);
e) Sugestão de exílio na Cítia ou na Líbia ou entre os leões e tigres (129);
6- Evolução psicológica de D. Afonso IV:
1º Determina matar Inês, por causa do murmurar do povo e do filho que não se queria casar com outra (122-123);
2º Fica com piedade, porque viu Inês com as crianças (124);
3º O Rei é persuadido pelo povo com falsas e ferozes razões (124);
4º Queria perdoar-lhe por causa do seu discurso (130);
5º O povo convence o Rei a matá-la, porque assim estava destinado (130);
7- Características da tragédia clássica presentes no episodio de Inês:
a) Personagens de alta estirpe social – “Depois de ser morta foi rainha”
b) Presença de sentimentos de piedade e horror:
“Já movido a piedade”;“horríficos algozes”;“ brutos matadores”;”férvidos e irosos”; "olhos piedosos”.
c) Presença do destino que castiga personagens inocentes: - “Que a fortuna não deixa durar muito…”;”E o seu destino (que desta sorte o quis)”
d) Existência de um ponto culminante
Decisão de matar e morte de Inês (130-132)
e) Existência de um coro que vai comentando as partes mais trágicas.
Comentários do narrador: “contra uma dama, ó peitos carniceiros, Feros vos amostrais e cavaleiros?”
Trabalho elaborado por:
Samuel Leite - 9º B
Poema do Mês - Maio
Menina dos Olhos de Água
Menina em teu peito sinto o Tejo
e vontades marinheiras de aproar
menina em teus lábios sinto fontes
de água doce que corre sem parar
menina em teus olhos vejo espelhos
e em teus cabelos nuvens de encantar
e em teu corpo inteiro sinto o fenorijo
e tenro que nem sei explicar
se houver alguém que não goste
não gaste - deixe ficar
que eu só por mim quero-te tanto
que não vai haver menina p'ra sobrar
aprendi nos "Esteiros" com Soeiro
aprendi na "Fanga" com Redol
tenho no rio grande o mundo inteiro
e sinto o mundo inteiro no teu colo
aprendi a amar a madrugada
que desponta em mim quando sorris
és um rio cheio de água levada
e dás rumo à fragata que escolhi
se houver alguém que não goste
não gaste - deixe ficar...
que eu só por mim quero-te tanto
que não vai haver menina p'ra sobrar
(música e letra de Pedro Barroso in álbum "Cantos da borda d'água" 1985)
Menina em teu peito sinto o Tejo
e vontades marinheiras de aproar
menina em teus lábios sinto fontes
de água doce que corre sem parar
menina em teus olhos vejo espelhos
e em teus cabelos nuvens de encantar
e em teu corpo inteiro sinto o fenorijo
e tenro que nem sei explicar
se houver alguém que não goste
não gaste - deixe ficar
que eu só por mim quero-te tanto
que não vai haver menina p'ra sobrar
aprendi nos "Esteiros" com Soeiro
aprendi na "Fanga" com Redol
tenho no rio grande o mundo inteiro
e sinto o mundo inteiro no teu colo
aprendi a amar a madrugada
que desponta em mim quando sorris
és um rio cheio de água levada
e dás rumo à fragata que escolhi
se houver alguém que não goste
não gaste - deixe ficar...
que eu só por mim quero-te tanto
que não vai haver menina p'ra sobrar
(música e letra de Pedro Barroso in álbum "Cantos da borda d'água" 1985)
domingo, 29 de abril de 2007
Testes on-line
http://ebleonardocoimbra.nonio.uminho.pt/mod/quiz/attempt.php?q=7&forcenew=1
http://ebleonardocoimbra.nonio.uminho.pt/mod/quiz/attempt.php?q=10&forcenew=1
http://ebleonardocoimbra.nonio.uminho.pt/mod/quiz/attempt.php?q=11&forcenew=1
http://ebleonardocoimbra.nonio.uminho.pt/mod/quiz/attempt.php?q=10&forcenew=1
http://ebleonardocoimbra.nonio.uminho.pt/mod/quiz/attempt.php?q=11&forcenew=1
Marcadores:
Figuras de estilo,
Funcionamento da língua,
Os Lusíadas,
Testes
sábado, 21 de abril de 2007
Síntese do Episódio do Consílio dos Deuses
1. Tipo de Episódio: Mitológico
2. Planos:Viagem (19, 42-44); Mitológico (20-41)
3. Narrador- Camões, não participante (heterodiegético)
4. Canto- I
5. Argumentos dos Deuses:
2. Planos:Viagem (19, 42-44); Mitológico (20-41)
3. Narrador- Camões, não participante (heterodiegético)
4. Canto- I
5. Argumentos dos Deuses:
Júpiter
Passado: Ficaram famosos na luta contra os Romanos;
Portugueses venceram os Mouros e os Castelhanos
Presente: Os Portugueses enfrentaram o desconhecido e frágeis embarcações
Futuro: Estão destinados a governar o Oriente durante muito tempo;
Baco- Tinha medo de perder a fama que tinha no oriente, se os portugueses lá chegassem;
Vénus- Considerava os portugueses semelhantes aos Romanos: pelos fortes corações, por terem conquistado o norte de África e pela língua ser idêntica à Latina; pensava que os portugueses se chegassem à Índia a iriam venerar;
Marte- Porque estava a apoiar o seu grande amor (Vénus) e
porque achava os portugueses iguais aos Romanos

Trabalho efectuado por: Diogo Ribeiro, João Pinto, Miguel Pinto
9ºB
Portugueses venceram os Mouros e os Castelhanos
Presente: Os Portugueses enfrentaram o desconhecido e frágeis embarcações
Futuro: Estão destinados a governar o Oriente durante muito tempo;
Baco- Tinha medo de perder a fama que tinha no oriente, se os portugueses lá chegassem;
Vénus- Considerava os portugueses semelhantes aos Romanos: pelos fortes corações, por terem conquistado o norte de África e pela língua ser idêntica à Latina; pensava que os portugueses se chegassem à Índia a iriam venerar;
Marte- Porque estava a apoiar o seu grande amor (Vénus) e
porque achava os portugueses iguais aos Romanos
Trabalho efectuado por: Diogo Ribeiro, João Pinto, Miguel Pinto
9ºB
Marcadores:
Camões,
Consílio dos Deuses,
Os Lusíadas
sexta-feira, 20 de abril de 2007
segunda-feira, 2 de abril de 2007
Trabalhos para Estudo Acompanhado 8º Ano - 3º Período
1º Representação de uma cena da comédia “Falar Verdade a Mentir” de Almeida Garrett.
a) Formação do grupo;
b) Escolha das cenas;
c) Distribuição das personagens;
d) Ensaio;
e) Representação.
2º Representação de um texto dramático escrito pelo grupo;
a) Formação do grupo;
b) Criação ou adaptação de um texto;
c) Distribuição das personagens;
d) Ensaio;
e) Representação.
a) Formação do grupo;
b) Escolha das cenas;
c) Distribuição das personagens;
d) Ensaio;
e) Representação.
2º Representação de um texto dramático escrito pelo grupo;
a) Formação do grupo;
b) Criação ou adaptação de um texto;
c) Distribuição das personagens;
d) Ensaio;
e) Representação.
sexta-feira, 30 de março de 2007
Simbologia do Adamastor

Geograficamente, simboliza o Cabo das Tormentas (posteriormente, chamado da Boa Esperança); Simbolicamente, representa os perigos que os portugueses tiveram de enfrentar nas suas viagens; Mitologicamente, simboliza a frustração amorosa por um amor não correspondido e o castigo por enfrentar os deuses.

quarta-feira, 28 de março de 2007
Características da Tragédia Clássica Presentes no Episódio de Inês de Castro
http://oslusiadas.no.sapo.pt/episodio8.html
http://www.notapositiva.com/trab_professores/textos_apoio/portugues/Ines_de_Castro.htm
- Personagens de elevada estirpe social;
"...depois de morta foi rainha."
- Existência de um ponto culminante;
Decisão de matar Inês.
- Presença de sentimentos como o terror e a piedade;
"horríficos algozes", "já movido a piedade", "Ela, com tristes e piedosas vozes...","os olhos piedosos", "Se neles posso achar a piedade / Que entre peitos humanos não achei.",
"Mova-te a piedade sua e minha,""Contra ua dama, ó peitos carniceiros, /Feros vos amostrais e cavaleiros?", "Tais contra Inês os brutos matadores", "Se encarniçavam, férvidos e irosos".
- Presença do destino e da fatalidade que dominam as personagens inocentes;
"(Que desta sorte o quis)" , "...e seu destino....", "Pois te não move a culpa que não tinha." "...se to assi merece esta inocência,".
- O narrador substitui um coro que vai comentando os acontecimentos trágicos.
"(Que desta sorte o quis)", "Contra ua dama, ó peitos carniceiros, Feros vos amostrais e cavaleiros?"
O Episódio apresenta uma estrutura que é composta por uma
Introdução, (III, 118-9); os Antecedentes (.as memórias de alegria., est. 120-22); a
Ação Central . a morte de Inês (est. 123-132) e Considerações finais (est. 133-135).
1. A Introdução contém:
* anúncio do episódio, .o caso triste e dino de memória. (118)
a responsabilização do Amor . força trágica e fatal . .Tu só tu, puro
Amor com força crua/ (...) Deste causa à molesta morte sua..
2. O Acontecimento:
* as .memórias de alegria.
* o .engano de alma, ledo e cego., de Inês (120)
* o amor recíproco (121)
* um oponente e um destinador . .o velho pai sesudo. (122)
o dia fatal (124-132); - Inês junto ao Rei (124-125); - Discurso de Inês
(126-129); - Piedade do Rei; contraste entre os .horríficos algozes. (130).
3. O desenlace . A Morte de Inês (132).
http://www.notapositiva.com/trab_professores/textos_apoio/portugues/Ines_de_Castro.htm
- Personagens de elevada estirpe social;
"...depois de morta foi rainha."
- Existência de um ponto culminante;
Decisão de matar Inês.
- Presença de sentimentos como o terror e a piedade;
"horríficos algozes", "já movido a piedade", "Ela, com tristes e piedosas vozes...","os olhos piedosos", "Se neles posso achar a piedade / Que entre peitos humanos não achei.",
"Mova-te a piedade sua e minha,""Contra ua dama, ó peitos carniceiros, /Feros vos amostrais e cavaleiros?", "Tais contra Inês os brutos matadores", "Se encarniçavam, férvidos e irosos".
- Presença do destino e da fatalidade que dominam as personagens inocentes;
"(Que desta sorte o quis)" , "...e seu destino....", "Pois te não move a culpa que não tinha." "...se to assi merece esta inocência,".
- O narrador substitui um coro que vai comentando os acontecimentos trágicos.
"(Que desta sorte o quis)", "Contra ua dama, ó peitos carniceiros, Feros vos amostrais e cavaleiros?"
Estrutura do Episódio Lírico
O Episódio apresenta uma estrutura que é composta por uma
Introdução, (III, 118-9); os Antecedentes (.as memórias de alegria., est. 120-22); a
Ação Central . a morte de Inês (est. 123-132) e Considerações finais (est. 133-135).
1. A Introdução contém:
* anúncio do episódio, .o caso triste e dino de memória. (118)
a responsabilização do Amor . força trágica e fatal . .Tu só tu, puro
Amor com força crua/ (...) Deste causa à molesta morte sua..
2. O Acontecimento:
* as .memórias de alegria.
* o .engano de alma, ledo e cego., de Inês (120)
* o amor recíproco (121)
* um oponente e um destinador . .o velho pai sesudo. (122)
o dia fatal (124-132); - Inês junto ao Rei (124-125); - Discurso de Inês
(126-129); - Piedade do Rei; contraste entre os .horríficos algozes. (130).
3. O desenlace . A Morte de Inês (132).
Quem escreveu "Os Lusíadas"?
Numa manhã, a professora pergunta ao aluno:
- Diz-me lá quem escreveu "Os Lusíadas"?
O aluno, a gaguejar, responde:
- Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui.
E começa a chorar. Aprofessora, furiosa, diz-lhe:
- Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai.
Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa:
- Diz-me lá quem escreveu "Os Lusíadas"?
O aluno, a gaguejar, responde:
- Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui.
E começa a chorar. Aprofessora, furiosa, diz-lhe:
- Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai.
Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa:
- Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu "Os Lusíadas" e ele respondeu-me que não sabia, que não fora ele...
Diz o pai:
- Bem, ele não costuma ser mentiroso, se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão...
Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa, na passagem pelo posto local da G.N.R., diz-lhe o comandante:
- Parece que o dia não lhe correu muito bem...
- Pois não. Imagine que perguntei a um aluno quem escreveu "Os Lusíadas". Respondeu-me que não sabia, que não fora ele, e começou a chorar.
O comandante do posto disse-lhe:
- Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um "aperto", vai ver que ele confessa tudo! Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentadono sofá, a ler o jornal. Pergunta-lhe este:
- Então o dia correu bem?
- Ora, deixa-me cá ver. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu "Os Lusíadas". Começou a gaguejar que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da G.N.R. quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de fazer a isto?
O marido, confortando-a:
- Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que foste tu e já não te lembras...!
(Ainda bem que ninguém disse que tinha sido o Salazar!)
terça-feira, 27 de março de 2007
Poema do Mês - Abril
Maria Madalena
http://www.youtube.com/watch?v=7rLpDkv7C1w
Quem por amor se perdeu não chore, não tenha pena
Uma das santas do céu foi Maria Madalena!
Desse amor que nos encanta
Até Cristo padeceu
Para poder tornar santa
Quem por amor se perdeu
Jesus só nos quis mostrar que o amor não se condena
Por isso quem sabe amar não chore, não tenha pena!
A Virgem Nossa Senhora
Quando o amor conheceu
Fez da maior pecadora
Uma das santas do céu
E de tanta que pecou, da maior à mais pequena
E aquela que mais amou foi Maria Madalena!
http://www.youtube.com/watch?v=7rLpDkv7C1w
Quem por amor se perdeu não chore, não tenha pena
Uma das santas do céu foi Maria Madalena!
Desse amor que nos encanta
Até Cristo padeceu
Para poder tornar santa
Quem por amor se perdeu
Jesus só nos quis mostrar que o amor não se condena
Por isso quem sabe amar não chore, não tenha pena!
A Virgem Nossa Senhora
Quando o amor conheceu
Fez da maior pecadora
Uma das santas do céu
E de tanta que pecou, da maior à mais pequena
E aquela que mais amou foi Maria Madalena!
segunda-feira, 26 de março de 2007
Batalha de Aljubarrota
Está Vasco da Gama a contar a História de Portugal ao Rei de Melinde, referindo a morte de D. Fernando e respectivas consequências, e referindo também D. João, Mestre de Avis, e toda a sua história de nomeação a Regedor e Defensor do Reino. Dá desenlace à batalha contra Castela que se travou em 14 de Agosto de 1383.

O Rei de Castela invade Portugal, e poucos eram os que queriam combater pela Pátria. Mas os que estavam dispostos a defender o seu Reino, onde se destacava Nuno Álvares Pereira, iriam defendê-lo com a convicção da vitória, pois o país vizinho tinha enfraquecido bastante no reinado de D. Fernando e D. João I era garantia de valor e sucesso e nunca Portugal tinha saído derrotado dos combates contra os Castelhanos.
No início desta batalha, o som da trombeta castelhana causa efeitos não só nos guerreiros, como nas mães, que apertam os filhos ao peito, e também na natureza: o Guadiana, o Alentejo, o Tejo ficam assustados!
Na descrição da batalha, destacam-se as actuações de Nuno Álvares Pereira e de D. João,
Mestre de Avis; salienta-se também o facto dos irmãos de Nuno combaterem contra a própria Pátria, acabando por morrer numa batalha em que foram traidores de Portugal.No final, Camões refere o desânimo e a fuga dos Castelhanos, que novamente foram derrotados pelos lusitanos.
Humor com a Batalha
Marcadores:
Batalha de Aljubarrota,
D. João Mestre de Avis,
Nuno Álvares Pereira
Inês de Castro
http://pt.wikipedia.org/wiki/Inês_de_Castro
http://www.vidaslusofonas.pt/inesdecastro.htm
http://www.cartografia.eng.br/sandraperes/academico/inescastro.php
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=511
http://www.hotel-dona-ines.pt/Geral/Historia.html
http://www.universal.pt/scripts/hlp/hlp.exe/artigo?cod=5_31
http://www.portugalvirtual.pt/_lodging/costadeprata/quinta.das.lagrimas/pthistory.html
http://estagioesdica.no.sapo.pt/estagio.htm
http://oslusiadas.no.sapo.pt/episodio8.html
Inês de Castro é uma figura da história de Portugal tomada inúmeras vezes como tema de várias obras literárias, não só na literatura nacional, como também na de outros países.

A Inês de Castro histórica era filha de um fidalgo galego, D. Pedro Fernandes de Castro. Foi uma das damas que acompanharam D. Constança quando esta veio para Portugal para casar com D. Pedro, futuro D. Pedro I, filho de D. Afonso IV. Este apaixonou-se por D. Inês, de quem teve filhos, e, segundo algumas fontes, declarou ter casado com ela, secretamente, já após a morte de D. Constança.
O amor de D. Pedro e D. Inês suscitou forte oposição por motivos de ordem política. Temia-se que D. Fernando (filho de D. Pedro e D. Constança) fosse afastado do trono, tornando-se herdeiros da coroa os filhos de D. Inês. Por esse motivo, D. Afonso IV, pressionado pelos seus conselheiros, mandou executar Inês.
Esta história de amor trágico tem sido tema de obras teatrais, narrativas e líricas que abordam, em maior ou menor grau, quer o fundo psicológico de Inês, quer o conflito de que ela é centro. Como fonte mais próxima dos acontecimentos, os escritores que a ela se referir
A primeira aparição dos amores de D. Inês na literatura dá-se com as Trovas à Morte de Inês de Castro, de Garcia de Resende, no Cancioneiro Geral de 1516. Nelas, Inês, no Inferno, lamenta a tristeza da sua sorte, advertindo as mulheres para os perigos do amor. No entanto, é com Os
Lusíadas, de Luís de Camões, que se constitui o mais influente fundo lírico do episódio de D. Inês de Castro, a «linda Inês», tal como surge no canto III. Muitas das referências a espaços, como os campos do Mondego, e à figura dos carrascos surgem pela primeira vez neste poema, como parte integrante da história nacional. A influência da obra de Camões, em geral, na literatura portuguesa, contribuíu em muito para firmar Inês de Castro como uma das suas personagens mais férteis. Em 1587, era editada A Castro, a primeira tragédia clássica portuguesa, que, como tema nacional, aproveitava precisamente os amores de D. Inês, dando particular atenção ao conflito interior de D. Afonso IV, nas suas hesitações quanto à sorte a dar à mulher do seu filho.Ao longo dos séculos, a história de D. Pedro e D. Inês foi sendo enriquecida com inúmeros outros pormenores, dentro e fora de Portugal. O espanhol Jeronimo Bermudez escreveu a Nise
Lacrimosa. No século XVII, a união com Espanha proporcionou um maior contacto cultural entre os dois países. Escritores portugueses escreveram também sobre o tema em castelhano, como foi o caso de D. Francisco Manuel de Melo, com os Sonetos a la Muerte de D. Inês de Castro. No século XVIII, Inês de Castro (1723), do francês Houdar de la Motte, celebrizou a história de Inês em toda a Europa, acentuando os aspectos sentimentais.Em Portugal, os amores de D. Inês popularizaram-se, não só na literatura erudita (com os árcades Manuel de Figueiredo e Reis Quita), mas também entre o povo, com o teatro de cordel. Também Bocage lhe dedicou uma cantata.
Com o Romantismo, aumentou o interesse pelos factos históricos associados ao episódio. Alexandre Herculano e Oliveira Martins, entre outros, procuraram investigar, com algum rigor, as pessoas e factos históricos. No entanto, o fundo sentimental dos amores trágicos do par destes amantes respondia também ao gosto do público, quer pelo seu fatalismo, quer pelo conflito, que opunha o indivíduo à sociedade (corporizada no Estado e em Afonso IV), quer pela sua localização na época medieval. O historicismo que caracteriza este período reflecte-se, pois, na literatura então escrita sobre o tema, e nomeadamente nos dramas históricos de Henrique Lopes de Mendonça (A Morta) e António Patrício (Pedro, O Cru), sendo de notar uma crescente atenção à figura de D. Pedro.
Após o Romantismo, o tema persistiu vivamente numa literatura de carácter nacionalista e saudosista, explorando aspectos da lenda, persistindo em todo o século XX. Mais recentemente, podem indicar-se exemplos como os dos poetas Ruy Belo, Miguel Torga ou Natália Correia. Mesmo a nível internacional, e já no século XX, alguns escritores têm recorrido a Inês de Castro como tema das suas obras. Disso é exemplo o escritor existencialista francês Henri de Montherlant, com La Reine Morte.
Enquanto personagem, Inês de Castro tem assumido características diferentes de acordo com o autor e a época em que os textos são produzidos. A universalidade e intemporalidade do tema do amor puro (que sobrevive à morte, no caso de D. Pedro; um dos aspectos fecundos da lenda é o da coroação de Inês, já morta, por D. Pedro, e o da vingança cruel do rei, que persegue e executa barbaramente os seus carrascos), a tragédia da morte inocente face à mesquinhez dos interesses humanos, têm garantido à figura de D. Inês uma resistência ao tempo e possibilitado uma actualização permanente, em termos estéticos, dos meios de contar a sua história. Mais do que uma personagem, Inês, e com ela D. Pedro, é o símbolo do amor inocente e infeliz.
Para uma melhor compreensão do episódio será passado nas aulas o filme "Inês de Portugal" com Heitor Lourenço e Rui de Carvalho.
domingo, 25 de março de 2007
Poema do Mês
Poema em Linha Recta
Álvaro de Campos
Ver declamação em:
http://www.youtube.com/watch?v=CozIGkNVhJM
Poema em Linha Recta
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó principes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
Ver declamação em:
http://www.youtube.com/watch?v=CozIGkNVhJM
Poema em Linha Recta
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó principes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
Marcadores:
Álvaro de Campos,
Fernando Pessoa,
Poema em Linha Recta
sábado, 24 de março de 2007
Recital de Poesia e da Venda de Crepes
No dia 23 de Março de 2006, pelas 10 horas e 15 minutos, realizou-se, na Biblioteca, um Recital de Poesia apresentado pela professora Anabela Lopes com a participação de 82 alunos e com a colaboração de três músicos convidados, José Carlos Ribeiro e Gonçalo Borges, que cantaram alguns poemas.
O júri, formado pelas professoras Ilídia Freitas e Vera Costa e por dois alunos, atribuiu o primeiro prémio à aluna Beatriz Fonseca do 9º A, que recitou o poema “Eu penso”, da sua autoria; o segundo prémio aos alunos Tiago Lopes, Aristides Santos, Diana Magalhães, Ana Magalhães, Cristiano Costa, Diana Queirós, Pedro Borges e Tânia Ferreira que cantaram ”Menina que estás à Janela” e “Ó Elvas, Ó Elvas”; o 3º prémio foi atribuído, pelo segundo ano consecutivo, à aluna Marine Pinto, desta vez com o poema “Urgentemente” Eugénio de Andrade. Paralelamente, foram vendidos deliciosos crepes no hall da Escola, graças ao precioso empenho do professor Francisco Correia, com o objectivo de angariar fundos para a aquisição de um gravador de DVD combinado com leitor de VHS para ser utilizado pelo grupo. A actividade terminou às 13 horas com a entrega dos prémios, gentilmente oferecidos pela Porto Editora, pelo vencedor do ano anterior, Camilo Rebelo.
O júri, formado pelas professoras Ilídia Freitas e Vera Costa e por dois alunos, atribuiu o primeiro prémio à aluna Beatriz Fonseca do 9º A, que recitou o poema “Eu penso”, da sua autoria; o segundo prémio aos alunos Tiago Lopes, Aristides Santos, Diana Magalhães, Ana Magalhães, Cristiano Costa, Diana Queirós, Pedro Borges e Tânia Ferreira que cantaram ”Menina que estás à Janela” e “Ó Elvas, Ó Elvas”; o 3º prémio foi atribuído, pelo segundo ano consecutivo, à aluna Marine Pinto, desta vez com o poema “Urgentemente” Eugénio de Andrade. Paralelamente, foram vendidos deliciosos crepes no hall da Escola, graças ao precioso empenho do professor Francisco Correia, com o objectivo de angariar fundos para a aquisição de um gravador de DVD combinado com leitor de VHS para ser utilizado pelo grupo. A actividade terminou às 13 horas com a entrega dos prémios, gentilmente oferecidos pela Porto Editora, pelo vencedor do ano anterior, Camilo Rebelo.
Todos os objectivos foram integralmente cumpridos, tendo a quantidade e a qualidade das participações superado as expectativas, tal como o comportamento e o interesse dos mais de cem alunos que assistiram. É de salientar também a qualidade de alguns poemas inéditos recitados por alguns alunos, o talento dos discentes que cantaram e tocaram guitarra, a decoração da sala e o enriquecimento dado pelos artistas convidados que interagiram com a plateia. Pensamos que, depois de mais este recital, os alunos passaram a encarar a poesia com maior proximidade, entusiasmo e interesse.
quinta-feira, 22 de março de 2007
terça-feira, 20 de março de 2007
quinta-feira, 15 de março de 2007
A Fuga de Wang-Fô
Animação do Conto - Legendado em Português
Continuação
http://www.youtube.com/watch?v=iZxxZw0Fn4I
http://www.youtube.com/watch?v=Rytyb0YRe4s
Continuação
http://www.youtube.com/watch?v=iZxxZw0Fn4I
http://www.youtube.com/watch?v=Rytyb0YRe4s
sexta-feira, 9 de março de 2007
Debate "Entre Palavras"
Entre Palavras
Tema em debate: Anorexia
O debate interturmas foi moderado por duas alunas, iniciando-se coma leitura da notícia: http://jn.sapo.pt/2006/11/19/sociedade_e_vida/agencias_modelos_exigem_atestados_e_.html
publicada no Jornal de Notícias e com a apresentação de um anúncio da Suécia sobre a anorexia:
http://www.youtube.com/watch?v=pkI1Yrf66_0 .
Depois, procedeu-se ao debate propriamente dito, tendo as moderadoras definido a anorexia e perguntado quais as causas. As causas apresentadas pelos participantes foram:
- Exigências da sociedade: “culto da magreza”;
- Exigências do mundo da moda;
- Exigências profissionais;
- Problemas familiares;
- Influência do grupo;
- Tamanhos do vestuário;
- Publicidade, cinema, Internet, meios de comunicação social;
- Estilistas que só se preocupam em desenhar para pessoas magras;
- Olhar crítico dos outros (uma aluna referiu o seu caso pessoal, por ter sido discriminada e “gozada” por ser mais gorda; inicialmente, sentia-se infeliz com a situação, tentou emagrecer, mas teve problemas físicos e concluiu que os outros tinham de a aceitar tal como ela era);
Depois de enunciadas as causas, passou-se às consequências:
- Morte (como na notícia);
- Solidão;
- Isolamento;
- Luta contra o organismo;
- Vida sentimental prejudicada;
- Excesso de exercício físico;
- Agressividade / alterações de humor / discussões;
- Tonturas / alterações do ciclo menstrual;
- Comprimidos e “dietas loucas”.
De seguida, discutiu-se “o que é ser belo?”, tendo um aluno referido que o ideal seria manter uma relação saudável peso / altura, mas a maior beleza seria a interior e a valorização das capacidade reais das pessoas e não o seu aspecto físico.
Por último, os alunos apontaram algumas formas possíveis de tratamento e de ajuda para combater a anorexia:
- Terapia familiar (estímulos);
- Amigos;
- Ajuda especializada: psicologia, psiquiatria, nutricionismo;
- Controlo dos números do vestuário vendido nas lojas.
Assim, concluiu-se que será necessário alterar a mentalidade da sociedade.
O Debate foi muito proveitoso, porque permitiu que os alunos pesquisassem, respeitassem as opiniões dos colegas e expressassem a sua opinião, desenvolvendo o espírito crítico. É de salientar a capacidade de liderança das duas alunas que moderaram o debate com organização e pluralidade.
Tema em debate: Anorexia
O debate interturmas foi moderado por duas alunas, iniciando-se coma leitura da notícia: http://jn.sapo.pt/2006/11/19/sociedade_e_vida/agencias_modelos_exigem_atestados_e_.html
publicada no Jornal de Notícias e com a apresentação de um anúncio da Suécia sobre a anorexia:
http://www.youtube.com/watch?v=pkI1Yrf66_0 .
Depois, procedeu-se ao debate propriamente dito, tendo as moderadoras definido a anorexia e perguntado quais as causas. As causas apresentadas pelos participantes foram:
- Exigências da sociedade: “culto da magreza”;
- Exigências do mundo da moda;
- Exigências profissionais;
- Problemas familiares;
- Influência do grupo;
- Tamanhos do vestuário;
- Publicidade, cinema, Internet, meios de comunicação social;
- Estilistas que só se preocupam em desenhar para pessoas magras;
- Olhar crítico dos outros (uma aluna referiu o seu caso pessoal, por ter sido discriminada e “gozada” por ser mais gorda; inicialmente, sentia-se infeliz com a situação, tentou emagrecer, mas teve problemas físicos e concluiu que os outros tinham de a aceitar tal como ela era);
Depois de enunciadas as causas, passou-se às consequências:
- Morte (como na notícia);
- Solidão;
- Isolamento;
- Luta contra o organismo;
- Vida sentimental prejudicada;
- Excesso de exercício físico;
- Agressividade / alterações de humor / discussões;
- Tonturas / alterações do ciclo menstrual;
- Comprimidos e “dietas loucas”.
De seguida, discutiu-se “o que é ser belo?”, tendo um aluno referido que o ideal seria manter uma relação saudável peso / altura, mas a maior beleza seria a interior e a valorização das capacidade reais das pessoas e não o seu aspecto físico.
Por último, os alunos apontaram algumas formas possíveis de tratamento e de ajuda para combater a anorexia:
- Terapia familiar (estímulos);
- Amigos;
- Ajuda especializada: psicologia, psiquiatria, nutricionismo;
- Controlo dos números do vestuário vendido nas lojas.
Assim, concluiu-se que será necessário alterar a mentalidade da sociedade.
O Debate foi muito proveitoso, porque permitiu que os alunos pesquisassem, respeitassem as opiniões dos colegas e expressassem a sua opinião, desenvolvendo o espírito crítico. É de salientar a capacidade de liderança das duas alunas que moderaram o debate com organização e pluralidade.
Ficha formativa de gramática 9º ano
1. Divida o seguinte verso em sílabas métricas e classifique-o:
"Já no largo Oceano navegavam" ____________________
2- "Cesse tudo o que a Musa antiga canta, / Que outro valor mais alto se levanta. "
Passe os versos transcritos para o discurso indirecto.
Camões pediu ___________________________________
3. Os portugueses encontraram povos de outras culturas. Os portugueses eram aventureiros.
3.1- A partir das frases transcritas, construa uma que contenha uma oração coordenada conclusiva. __________________________________________________
3.2- Passe a primeira frase para a voz passiva.
________________________________________________
3.3- Escreva a primeira frase substituindo a expressão destacada por um pronome. __________________________________________________
3.4- Das frases transcritas, indique:
a) Um complemento directo.
b) Um predicativo do sujeito.
c) Uma palavra derivada por sufixação.
d) Um verbo no pretérito imperfeito do indicativo.
e) Um sujeito:
f) Um complemento determinativo:
g) Um verbo transitivo directo:
h) Se não soubesse o significado de “culturas”, qual seria a palavra que procurarias no dicionário?
4. Os deuses juntaram-se no Olimpo.
Inicie a frase transcrita por amanhã, passando a forma verbal para o futuro.
Amanhã, ________________________________________
"Já no largo Oceano navegavam" ____________________
2- "Cesse tudo o que a Musa antiga canta, / Que outro valor mais alto se levanta. "
Passe os versos transcritos para o discurso indirecto.
Camões pediu ___________________________________
3. Os portugueses encontraram povos de outras culturas. Os portugueses eram aventureiros.
3.1- A partir das frases transcritas, construa uma que contenha uma oração coordenada conclusiva. __________________________________________________
3.2- Passe a primeira frase para a voz passiva.
________________________________________________
3.3- Escreva a primeira frase substituindo a expressão destacada por um pronome. __________________________________________________
3.4- Das frases transcritas, indique:
a) Um complemento directo.
b) Um predicativo do sujeito.
c) Uma palavra derivada por sufixação.
d) Um verbo no pretérito imperfeito do indicativo.
e) Um sujeito:
f) Um complemento determinativo:
g) Um verbo transitivo directo:
h) Se não soubesse o significado de “culturas”, qual seria a palavra que procurarias no dicionário?
4. Os deuses juntaram-se no Olimpo.
Inicie a frase transcrita por amanhã, passando a forma verbal para o futuro.
Amanhã, ________________________________________
Assinar:
Postagens (Atom)


