segunda-feira, 15 de outubro de 2007
sábado, 6 de outubro de 2007
sábado, 8 de setembro de 2007
"A Aia" de Eça de Queirós
Resumo do conto
A aia é a história da ama de leite de um princípe, exemplo máximo de valores como a lealdade e a fidelidade.
O conto começa com o rei derrotado e morto após uma batalha. A rainha desolada tentou fazer de tudo para proteger o seu filho, herdeiro do reino. Contudo, o tio da criança, o irmão bastardo do rei, um homem tenebroso e sombrio, estava ansioso por se sentar no trono, e disposto a tudo para consegui-lo.
Uma noite, depois de embalar o príncipe, a aia deitou-se e adormeceu. Mas rapidamente acordou com o barulho dos passos do bastardo, que vinha para matar o príncipe. O seu filho, dormia num berço de verga ao lado do princípe. Num movimento rápido, ela trocou os bebés salvando o seu futuro rei à custa da vida do seu filho.
A rainha apercebendo-se do que a aia tinha feito agradeceu-lhe, prometendo dar-lhe todas as riquezas. A aia escolheu um punhal e, dizendo que salvara o seu príncipe e que, naquele momento, ia dar de mamar ao seu filho, cravou o punhal no coração.
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
"O Cavaleiro da Dinamarca" de Sophia de Mello Breyner
http://profviseu.com/profes/02/23b/Grupo5/default.htm
http://www4.crb.ucp.pt/Biblioteca/Mathesis/Mat10/mathesis10_287.pdf
http://www.proformar.org/teia/tdin/recursos/did_especifica/l_portuguesa/Cavaleiro.ppt
http://videos.sapo.pt/cs8l27dkTv3ovZqnEpnq
Testes:
http://www.geamangualde.net/Recursos/Download/Tema_3/cavdadinam.htm
http://www.eb23-monte-caparica.rcts.pt/webquests/Mace/index.htm
http://www01.madeira-edu.pt/projectos/vemaprenderportugues/Testes/7Ano/Docs/testes_cavaleiro.htm
sábado, 1 de setembro de 2007
Fábulas
Já entre assírios e babilónios a fábula era cultivada. Foi o grego Esopo, contudo, quem consagrou o género. La Fontaine foi outro grande fabulista, imprimindo à fábula grande refinamento. George Orwell, com sua Revolução dos Bichos (Animal Farm), compôs uma fábula (embora em um sentido mais amplo e de sátira política).
As literaturas portuguesa e brasileira também cultivaram o género com Sá de Miranda, Diogo Bernardes, Manoel de Melo, Bocage, Monteiro Lobato e outros.
Análise de Fábulas:
http://www.prof2000.pt/users/secjeste/alternativas09/Pg000080.htm
Lendas
Lenda é uma narrativa fantasiosa transmitida pela tradição oral através dos tempos.
De caráter fantástico e/ou fictício, as lendas combinam fatos reais e históricos com fatos irreais que são meramente produto da imaginação aventuresca humana.
Com exemplos bem definidos em todos os países do mundo, as lendas geralmente fornecem explicações plausíveis e até certo ponto aceitáveis para coisas que não têm explicações científicas comprovadas, como acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais.
wikipedia
Lendas do distrito do Porto
O Senhor de Matosinhos
Segundo a tradição, a imagem do Senhor de Matosinhos é uma das mais antigas de toda a cristandade. A lenda diz que esta imagem foi esculpida por Nicodemos, que assistiu aos últimos momentos de vida de Jesus, sendo por isso considerada uma cópia fiel do seu rosto. Nicodemos esculpiu mais quatro imagens mas esta é considerada a primeira e a mais perfeita. A imagem é oca porque nela teria Nicodemos escondido os instrumentos da Paixão e, nesses tempos de perseguição, os objectos sagrados eram escondidos ou atirados ao mar para escaparem à fogueira. Nicodemos atirou a imagem ao mar Mediterrâneo, na Judeia, e esta foi levada pelas águas, passou o estreito de Gibraltar e veio dar à praia de Matosinhos, perdendo na viagem um braço. A população de Bouças ergueu-lhe um templo e designou a imagem por Nosso Senhor de Bouças, venerando-a durante 50 anos pelos seus muitos milagres. Mas um dia, andava uma mulher na praia de Matosinhos a apanhar lenha para a sua lareira, quando encontrou um pedaço de madeira que juntou aos restantes. Em casa, lançou-o ao fogo mas este pedaço saltou da lareira não só da primeira, mas como de todas as vezes que ela o tentava queimar. A sua filha, muda de nascença, fazia-lhe gestos desesperados para que dizer qualquer coisa e, por fim, balbuciou, perante o espanto da mãe, que o pedaço de madeira era o braço de Nosso Senhor das Bouças. Assombrada pelo milagre a população verificou que o braço se ajustava tão bem à imagem que parecia que nunca dela se tinha separado. No século XVI, a imagem foi mudada para uma igreja em Matosinhos, construída em sua honra, ficando a ser conhecida por Nosso Senhor de Matosinhos.
Santiago e Caio
No ano de 44 da era de Jesus Cristo, passeava pela praia de Matosinhos um ilustre cavaleiro da Maia, Caio Carpo Palenciano, com a sua mulher Claudina e vários parentes e amigos. Cavalgava o grupo pelo areal quando alguém vislumbrou uma barca que se dirigia para norte. Os cavaleiros e as damas pararam todos para apreciar o ritmo e a beleza da embarcação, quando inexplicavelmente o cavalo de Caio galopou para dentro do mar, apesar de este o tentar evitar, como se fosse obrigado por uma força desconhecida. Cavalo e cavaleiro imergiram no mar e desapareceram para ressurgirem perto da barca, para onde subiram cobertos de vieiras. Quando perguntaram à tripulação o motivo deste fenómeno e qual a razão da sua viagem, estes explicaram que eram discípulos cristãos de um homem chamado Tiago. Tinham fugido de grandes perseguições, levando o corpo do seu Mestre para terras de Espanha, onde Tiago tinha pregado o Evangelho. Segundo estes homens, o fenómeno ocorrido com Caio e o seu cavalo poderia ser explicado pelo facto de ele ser um escolhido de Nosso Senhor. As vieiras eram o sinal de Santiago que queria ver Caio abraçar a lei de Deus. Comovido, Caio foi ali mesmo baptizado com água do mar e, quando voltou para junto dos seus familiares e amigos, a todos converteu com o extraordinário feito de Santiago. As vieiras ficaram a fazer parte do brasão da nobre família Pimentel de Trás-os-Montes, descendentes, segundo se crê, de Caio Carpo Palenciano.
Lenda de Valongo e Susão
Os nomes de Valongo e Susão têm origem nesta lenda que remonta à época em que alguns cristãos perseguidos no Oriente se refugiaram em Cale, foz do rio Douro. Entre eles estava o rico negociante judeu Samuel, recém convertido ao Cristianismo, e a sua filha Susana. Pensavam os fugitivos estarem já livres de perseguições quando foram obrigados a defender-se dos árabes que dominavam a região. Com astúcia, prepararam uma armadilha e capturaram o jovem Domus de cujo resgate esperavam obter a paz. Enquanto decorriam as negociações, Domus e Susana apaixonaram-se e o mouro pediu para ser baptizado para poder casar-se com a jovem. O acordo com os muçulmanos era assim impossível e decidiram todos fugir, deixando Portucale (Porto) em direcção ao Oriente. Chegados ao topo da Serra de Santa Justa depararam com uma paisagem lindíssima e a apaixonada Susana exclamou um elogio sincero ao vale longo que sob os seus olhos se estendia. Desceram ao vale e nele decidiram ficar para sempre, edificando as primeiras casas de uma povoação que se veio a chamar Susão, em memória da bela Susana. O vale que Susana tinha achado belo e longo ficou conhecido como Valongo.
Lenda do Rei Ramiro
Uma antiga lenda que remonta ao século X, conta que o rei Ramiro II de Leão se apaixonou por uma bela moura de sangue azul, irmã de Alboazer Alboçadam, rei mouro que possuía as terras que iam de Gaia até Santarém. Influenciado pela sua paixão e com a intenção de pedir a moura em casamento, Ramiro decidiu estabelecer a paz com Alboazer, que o recebeu no seu palácio de Gaia. Apesar de já ser casado, Ramiro pensou que seria fácil obter a anulação do seu casamento pelo parentesco que o unia a D. Aldora. Alboazer recusou terminantemente: nunca daria a irmã em casamento a um cristão e, de todas as formas, esta já estava prometida ao rei de Marrocos. O rei Ramiro, vexado, pareceu aceitar a recusa, mas pediu ao astrólogo Amã que estudasse os astros para decidir qual a melhor altura para raptar a princesa e levou-a consigo nessa data propícia. Dando por falta da irmã, Alboazer ainda chegou a tempo de encontrar os cristãos a embarcar no cais de Gaia. Gerou-se uma luta favorável ao rei cristão, que levou a princesa moura para Leão, a baptizou e lhe deu o nome de Artiga, que tanto significava castigada e ensinada como dotada de todos os bens. Alboazer, para se vingar, raptou a legítima esposa do rei Ramiro, D. Aldora, juntamente com todo o seu séquito. Quando o rei Ramiro soube do rapto ficou louco de raiva e, juntamente com o seu filho D. Ordonho e alguns vassalos, zarpou de barco para Gaia. Aí chegados Ramiro disfarçou-se de pedinte e dirigiu-se a uma fonte onde encontrou uma das aias de D. Aldora a quem pediu um pouco de água, aproveitando para dissimuladamente deitar no recipiente da água meio camafeu, do qual a rainha possuía a outra metade. Reconhecendo a jóia, D. Aldora mandou buscar o rei disfarçado de pedinte e, por vingança da sua infidelidade, entregou-o a Alboazer. Sentindo-se perdido, o rei Ramiro pediu a Alboazer uma morte pública, esperando com astúcia ganhar tempo para poder avisar o seu filho através do toque do seu corno de caça. Ao ouvir o sinal combinado, D. Ordonho acorreu com os seus homens ao castelo e juntos mataram Alboazer e o seu povo, para além de destruírem a cidade. Levando D. Aldora e as suas aias para o seu barco, o rei Ramiro atou uma mó de pedra ao pescoço da rainha e atirou-a ao mar num local que ficou a ser conhecido por Foz de Âncora. O rei Ramiro voltou para Leão onde se casou com a princesa Artiga, de quem teve uma vasta e nobre descendência.
Lenda de Pedro Sem
A torre medieval que se encontra diante do antigo Palácio de Cristal, no Porto, é ainda hoje conhecida por Torre de Pedro Sem. A história diz que essa torre pertencia a Pêro do Sem, doutor de leis, jurisconsulto e chanceler-mor de D. Afonso VI, no século XIV. Mas a lenda remete para uma data posterior, no século XVI, a existência de um personagem Pedro Sem que vivia no seu Palácio da Torre. Possuindo muitas naus na Índia, Pedro Sem era um mercador rico mas não tinha títulos de nobreza, o que muito o afectava. Era também usurário, emprestando dinheiro a juros elevados, à custa da desgraça alheia, enquanto vivia rodeado de luxo. Estavam as suas naus a chegar, carregadas de especiarias e outros bens preciosos, quando a sua máxima ambição foi realizada através do seu casamento com uma jovem da nobreza, em troca do perdão das dívidas de seu pai. Decorria a festa de casamento, que durou quinze dias consecutivos, quando as naus de Pedro Sem se aproximaram da barra do Douro. O arrogante mercador acompanhado pelos seus convidados subiu à torre do seu palácio e, confiante do seu poder, desafiou Deus, dizendo que nem o Criador o poderia fazer pobre. Nesse momento, o céu que estava azul deu lugar a uma grande tempestade! Pedro Sem assistiu, impotente e encharcado pela chuva, ao naufrágio das suas naus. De seguida, a torre foi atingida por um raio que fez deflagrar um incêndio que destruiu todos os seus bens. Arruinado, Pedro Sem passou a pedir esmola nas ruas, lamentando-se a quem passava: "Dê uma esmolinha a Pedro Sem, que teve tudo e agora não tem...".
Lenda dos Tripeiros
No ano de 1415, construíam-se nas margens do Douro as naus e os barcos que haveriam de levar os portugueses, nesse ano, à conquista de Ceuta e, mais tarde, à epopeia dos Descobrimentos. A razão deste empreendimento era secreta e nos estaleiros os boatos eram muitos e variados: uns diziam que as embarcações eram destinadas a transportar a Infanta D. Helena a Inglaterra, onde se casaria; outros diziam que era para levar El-Rei D. João I a Jerusalém para visitar o Santo Sepulcro. Mas havia ainda quem afirmasse a pés juntos que a armada se destinava a conduzir os Infantes D. Pedro e D. Henrique a Nápoles para ali se casarem... Foi então que o Infante D. Henrique apareceu inesperadamente no Porto para ver o andamento dos trabalhos e, embora satisfeito com o esforço despendido, achou que se poderia fazer ainda mais. E o Infante confidenciou ao mestre Vaz, o fiel encarregado da construção, as verdadeiras e secretas razões que estavam na sua origem: a conquista de Ceuta. Pediu ao mestre e aos seus homens mais empenho e sacrifícios, ao que mestre Vaz lhe assegurou que fariam para o infante o mesmo que tinham feito cerca de trinta anos atrás aquando da guerra com Castela: dariam toda a carne da cidade e comeriam apenas as tripas. Este sacrifício tinha-lhes valido mesmo a alcunha de "tripeiros". Comovido, o infante D. Henrique disse-lhe então que esse nome de "tripeiros" era uma verdadeira honra para o povo do Porto. A História de Portugal registou mais este sacrifício invulgar dos heróicos "tripeiros" que contribuiu para que a grande frota do Infante D. Henrique, com sete galés e vinte naus, partisse a caminho da conquista de Ceuta.
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Biografia de Gil Vicente
http://www.citi.pt/gilvicenteonline/
Entrevistas imaginárias a Gil Vicente:
http://videos.sapo.pt/NPV7NBnvbPQqFszonaG4
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gil_Vicente
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
sábado, 30 de junho de 2007
quinta-feira, 28 de junho de 2007
O Perfume vs As Confissões de Lúcio
http://www.geocities.com/slprometheus/html/oc13.htm
http://www.citador.pt/biblio.php?op=21&book_id=1809
http://www.bravonline.com.br/noticias.php?id=2442
http://www.instituto-camoes.pt/CVC/contomes/03/comptexto.html
http://www.instituto-camoes.pt/CVC/contomes/03/texto.html
http://www.unicamp.br/iel/site/alunos/publicacoes/textos/p00004.htm
http://www.verbeat.org/blogs/miltonribeiro/arquivos/2006/03/livro_bom.html
http://www.rascunho.net/critica.asp?id=1000
http://pt.shvoong.com/books/500067-confissao-lucio/
Textos argumentativos:
1- Imagina que eras contratado como advogado de defesa de Lúcio. Num texto argumentativo expõe a sua defesa.
2- Imagina que eras contratado como advogado de defesa de Jean-Baptiste. Num texto argumentativo expõe a sua defesa.
3- Compara os perfis dos protagonistas das duas histórias.
quinta-feira, 21 de junho de 2007
terça-feira, 19 de junho de 2007
Exames do 9º Ano
http://www.gave.min-edu.pt/np3/32.html
sábado, 16 de junho de 2007
segunda-feira, 11 de junho de 2007
Verbos Copulativos, Transitivos e Intransitivos
Ex.: A Aia era leal.
2.Verbos Transitivos: são acompanhados por complementos directos e /ou indirectos.
2.1- Verbos Transitivos Directos: São acompanhados por complementos directos.
Ex. A Aia salvou o príncipe.
2.2- Verbos Transitivos Indirectos: São acompanhados por complementos indirectos.
Ex. O Ramos telefonou ao Silvestre.
2.3- Verbos transitivos directos e indirectos: São acompanhados por complementos directos e indirectos.
Ex. A Rainha ofereceu um tesouro à Aia.
3. Verbos Intransitivos: Não são acompanhados por complementos directos nem indirectos.
Ex. A Aia morreu.
Acentuação
2. graves (ou paroxítonas). São as palavras em que a tónica é colocada na penúltima sílaba.
3. esdrúxulas (ou proparoxítonas). São as palavras em que a tónica é colocada na antepenúltima sílaba.
Regras da Acentuação:
http://www.publico.clix.pt/nos/livro_estilo/17-acentuacao.html
terça-feira, 5 de junho de 2007
"O Infante" de Fernando Pessoa
O INFANTE - FERNANDO PESSOA
Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
Deus quis que a terra fosse toda uma,
Que o mar unisse, já não separasse.
Sagrou-te, e foste desvendando a espuma,
E a orla branca foi de ilha em continente,
Clareou, correndo, até ao fim do mundo,
E viu-se a terra inteira, de repente,
Surgir, redonda, do azul profundo.
Quem te sagrou criou-te português.
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!
Fernando Pessoa
domingo, 3 de junho de 2007
Poema do Mês - Junho
Lágrima de Preta - António Gedeão
Encontrei uma preta
que estava a chorar
pedi-lhe uma lágrima
para a analisar.
Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.
Olhai-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.
Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.
Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:
nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.
(António Gedeão)
quarta-feira, 30 de maio de 2007
Correcção da ficha de leitura sobre o conto: "A Estrela" de Vergílio Ferreira
Correcção da ficha de leitura sobre o conto: "A Estrela" de Vergílio Ferreiral.
Lê atentamente o primeiro parágrafo.
1.1- Situa a acção no tempo.
Um dia à meia-noite.
1.2- Descreve a estrela e indica onde se encontrava àquela hora.
Era a estrela mais gira ao céu, muito viva , bonita e passava por cima da torre.
1.3- Indica um recurso estilístico presente nesse parágrafo.
É a adjectivação "mais gira, muito viva".
(Pergunta de retórica "Como é que a não tinham roubado?''').
1.4- Que pensava Pedro fazer com a estrela?
Pedro pensou em guardá-la no seu quarto, talvez a trouxesse ao peito, ou talvez a desse à mãe para enfeitar o cabelo.
1.5- Indica os graus dos adjectivos presentes na frase; "Era a estrela mais gira do céu, muito viva...".
“A mais gira” - grau superlativo relativo de superioridade; “muito viva” - grau superlativo absoluto sintético.
2- Lê com atenção o segundo parágrafo.
2.1- Caracteriza o Pedro.
O Pedro tinha sete anos, era ágil, tinha algum medo, estava descalço, suava, tinha as calças a cair, não tinha bolsos e tinha sono.
2. l. l - Quais os processos utilizados na sua caracterização.
Caracterização directa e heterocaracterização.
2.2- Qual o recurso estilístico presente na expressão "...porque o medo vinha a correr também atrás dele ". Personificação.
2.3- De que modo Pedro transportou a estrela? Entalou-a no cordel das calças.
2.4- Indica dois recursos estilísticos presentes na descrição da estrela,
Comparação - 'lembrava um pirilampo..."; adjectivação - "formidável, maior",
3. Lê desde o terceiro parágrafo até "...só tinha luz quando ele tinha sono ".
3.1-0 que pensou a mãe quando o Pedro gritou?
Pensou que fossem restos de sonho.
3.2-0 que estava dentro da caixa pela manhã?
Uma estrela que parecia de lata.
3.3- Como passou o Pedro o dia?
Passou o dia muito quieto, muito triste e mal comia.
3.4- O que o pai pensou do comportamento de Pedro?
Pensou que ele tinha tramado alguma ou estava para tramar.
3.5- O que aconteceu à noite?
A estrela voltou a brilhar.
3.6- Que conclusão tirou o Pedro?
O Pedro concluiu que a estrela só brilhava à noite.
4. Lê desde "Aconteceu então..." até "...não fosse o diabo tecê-las.".
4.1-0 que causou o burburinho?
Foi um velho que começou a berrar coisas que não se percebiam por terem roubado a estrela.
4.2- QuaÍ a relação de Pedro com o velho?
Pedro conhecia bem o velho que gostava dele e o chamava da varanda, dava-lhe berlindes, aguçava-lhe o bico do pião e contava-lhe histórias.
4.3- Por que motivo foi o velho que descobriu o roubo? O velho já não podia trabalhar e não tinha sono, por isso durante a noite olhava as estrelas.
4.4- Como reagiu o sr. António Governo?
Não se importou com o roubo da estrela, porque não se queria meter em chatices.
4.5- Por que motivo o Cigarra não concordava com o Sr. António Governo?
Não concordava, porque ele considerava que as estrelas enfeitam e tinham roubado a mais bonita.
4.6- Por que razões o pai se colocou do lado do Cigarra e do velho?
Não gostava do Governo e devia favores ao velho.
4.7- O que fazia Pedro quando se falava em casa do roubo da estrela?
Fazia que não ouvia, muito encavacado, comendo depressa para se raspar logo para a cama.
5, Lê desde "Ora certa noite..." até "...amanhã falamos."
5.1- Identifica um recurso estilístico presente no primeiro parágrafo desta parte.
É a comparação "como se lhe estivesse a pedir a alma ".
5.2- Quem e como descobriu que tinha sido Pedro a roubar a estrela?
Foi a mãe, quando viu luz por debaixo da porta e entrou no quarto, vendo-o com a estrela na mão.
6- Lê desde "Mas no outro dia..." até ao final,
6. l - Por que motivo a freguesia achava que a estrela não era aquela?
A estrela não brilhava durante o dia.
6.2- Por que motivo o pai disse que deveria ser o Pedro a colocar a estrela no sítio?
Tinha sido o Pedro que a tinha tirado.
6.3- O que aconteceu a Pedro depois de ter colocado a estrela no seu sítio?
Caiu e morreu.
6.4- O que pretenderá transmitir o autor deste conto?
O autor pretende transmitir que quando concretizamos o sonho, não nos sentimos satisfeitos, mas se deixamos de sonhar a nossa vida deixa de ter sentido.
http://www.criticaliteraria.com/9724717135
quinta-feira, 24 de maio de 2007
Síntese do episódio da Tempestade
2- Canto: VI
3- Plano: Plano da Viagem, Plano Mitológico (e Plano da História de Portugal só na chegada à Índia)
4- Narrador: Luís de Camões;
5- Responsável pela tempestade: Baco
6- Ajudante dos portugueses: Vénus, pedindo às ninfas que seduzissem os ventos.
Trabalho realizado por: Samuel 9º B
Síntese do episódio do Adamastor
2- Canto: V
3- Plano: Viagem e mitológico
4- Narrador: Vasco da Gama (participante e subjectivo)

5- Simbologia do Adamastor:
a) Geograficamente, simboliza o Cabo das Tormentas;
b) Historicamente, representa as dificuldades e obstáculos que os portugueses tiveram que enfrentar nas suas viagem;
c) Mitologicamente, significa a fustracão amorosa pelo amor não correspondido;
d) O castigo por enfrentar os deuses.
6- Estrutura do episódio:
7-Caracterização do Adamastor:
“Hua figura, robusta e válida,
De disforme e grandíssima estrutura;
O rosto carregado, a barba esquálida,
Os olhos encovados, e a postura
Medonha e má, e a cor terrena e pálida;
Cheios de terra e crespos os cabelos,
A boca negra, os dentes amarelos.”
“Tão grande era de membros…
Cum tom de voz nos fala, horrendo e grossa,…”
“…o monstro horrendo…
A boca e os olhos negros…
…com voz pesada e amara…”
8- Comparação entre o Mostrengo e o Adamastor:
http://educom-nt.educom.pt/proj/por-mares/adamastor_mostrengo.htm
http://novosnavegantes.blogs.sapo.pt/5409.html
Trabalho realizado por: Samuel Leite, 9º B
sexta-feira, 18 de maio de 2007
Eça de Queirós
Encontrei um blog muito interessante sobre "Os Maias" e aqui deixo o endereço para todos os que sintam curiosidade:
http://oegodequeiros.blogs.sapo.pt/
Quem preferir "O Crime do Padre Amaro" deve consultar:
http://twice.blogs.sapo.pt/
Síntese do episódio da Batalha de Aljubarrota
2- Canto: IV

3- Plano: História de Portugal
4- Narrador: Vasco da Gama (subjectivo e omnisciente)
5- Causas da Guerra:
“Uns leva a defensão da própria terra,
Outros as esperança de ganhá-la.”
“Outros a sede dura vão culpando
Do peito cobiçoso e sitibundo,
Que, por tomar o alheio…”
6- Consequências da guerra:
“Encobrem no profundo peito a dor
Da morte, da fazenda despendida,
Da mágoa, da desonra e triste nojo
De ver outrem triunfar de seu despojo”
“Que, por tomar o alheio, o miserando
Povo aventura às penas do Profundo, …”
“Deixando tantas mães, tantas esposas,
Sem filhos, sem maridos, desditosas.”
Trabalho realizado por Samuel e Nuno do 9º B
Conteúdos para a 5ª prova de avaliação do 9º Ano - 29 / 5 / 2007
Planos narrativos;
Tipos de episódios.
Voz passiva.
Recursos estilísticos
Simbologia do adamastor.
Características da tragédia clássica.
Classificação morfológica
Classificação das estrofes, dos versos e tipos de rima.
Orações subordinadas.
Discurso indirecto
Conjugação pronominal
Conjugação perifrástica.
Composição.
Ficha Formativa:
http://ebleonardocoimbra.nonio.uminho.pt/mod/resource/view.php?id=117
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Educar & Ensinar... Simplesmente inteligente.
"Há professores e há educadores".
segunda-feira, 7 de maio de 2007
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Síntese do episódio de Inês de Castro
2- Canto: III
3- Plano: História de Portugal
4- Narrador: Vasco da Gama (omnisciente e subjectivo)
5- Argumentos de Inês:
a) Oposição entre a crueldade dos homens e piedade dos animais selvagens pelas crianças (126);
b) Não é humano matar uma donzela inocente (127);
c) Invocação da sua fraqueza da sua inocência e da orfandade dos seus filhos (127);
d) Pedido de clemência (128);
e) Sugestão de exílio na Cítia ou na Líbia ou entre os leões e tigres (129);
6- Evolução psicológica de D. Afonso IV:
1º Determina matar Inês, por causa do murmurar do povo e do filho que não se queria casar com outra (122-123);
2º Fica com piedade, porque viu Inês com as crianças (124);
3º O Rei é persuadido pelo povo com falsas e ferozes razões (124);
4º Queria perdoar-lhe por causa do seu discurso (130);
5º O povo convence o Rei a matá-la, porque assim estava destinado (130);
7- Características da tragédia clássica presentes no episodio de Inês:
a) Personagens de alta estirpe social – “Depois de ser morta foi rainha”
b) Presença de sentimentos de piedade e horror:
“Já movido a piedade”;“horríficos algozes”;“ brutos matadores”;”férvidos e irosos”; "olhos piedosos”.
c) Presença do destino que castiga personagens inocentes: - “Que a fortuna não deixa durar muito…”;”E o seu destino (que desta sorte o quis)”
d) Existência de um ponto culminante
Decisão de matar e morte de Inês (130-132)
e) Existência de um coro que vai comentando as partes mais trágicas.
Comentários do narrador: “contra uma dama, ó peitos carniceiros, Feros vos amostrais e cavaleiros?”
Poema do Mês - Maio
Menina em teu peito sinto o Tejo
e vontades marinheiras de aproar
menina em teus lábios sinto fontes
de água doce que corre sem parar
menina em teus olhos vejo espelhos
e em teus cabelos nuvens de encantar
e em teu corpo inteiro sinto o fenorijo
e tenro que nem sei explicar
se houver alguém que não goste
não gaste - deixe ficar
que eu só por mim quero-te tanto
que não vai haver menina p'ra sobrar
aprendi nos "Esteiros" com Soeiro
aprendi na "Fanga" com Redol
tenho no rio grande o mundo inteiro
e sinto o mundo inteiro no teu colo
aprendi a amar a madrugada
que desponta em mim quando sorris
és um rio cheio de água levada
e dás rumo à fragata que escolhi
se houver alguém que não goste
não gaste - deixe ficar...
que eu só por mim quero-te tanto
que não vai haver menina p'ra sobrar
(música e letra de Pedro Barroso in álbum "Cantos da borda d'água" 1985)