Podes consultar e descarregar todos os exames de Língua Portuguesa e de Matemática nos seguintes endereços:
http://www.gave.min-edu.pt/np3/32.html
http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=32&fileName=pelpchamada1basico_2006.pdf
quarta-feira, 7 de março de 2007
Gramática
"Se o homem soubesse o valor que tem a mulher andaria de quatro à sua procura".
Se és mulher, certamente colocaste a vírgula depois de "mulher"... .Mas, se és homem, provavelmente colocaste-a depois de "tem".. A diferença que uma virgula faz....
Nunca te esqueças de a colocar no sítio certo.
Orações coordenadas e Subordinadas:
http://www.notapositiva.com/resumos/portugues/frasesimplescomplexa.htm
http://gloria.webxpace.com/?do=gramatica&subaction=showfull&id=1148235361&archive=&start_from=&ucat=4&
Advérbios:
http://www.priberam.pt/dlpo/gramatica/gramatica39.aspx
http://www.priberam.pt/dlpo/gramatica/gramatica40.aspx
http://www.priberam.pt/dlpo/gramatica/gramatica41.aspx
Versificação:
http://www.inesc-id.pt/pt/indicadores/Ficheiros/1449.pdf
Discurso Directo e Discurso Indirecto:
http://ciberduvidas.sapo.pt/pergunta.php?id=16249
Voz Activa e Voz Passiva:
http://www.prof2000.pt/users/anamendes/vozactiva1.htm
http://www.percursos.net/portun4ficha5.pdf
Conjugação Perifrástica:
http://www.notapositiva.com/resumos/portugues/conjugacaoperifrastica.htm
Fenómenos Fonéticos:
http://www.notapositiva.com/resumos/portugues/fenomenosfoneticos.htm
Dúvidas:
http://ciberduvidas.sapo.pt/
Se és mulher, certamente colocaste a vírgula depois de "mulher"... .Mas, se és homem, provavelmente colocaste-a depois de "tem".. A diferença que uma virgula faz....
Nunca te esqueças de a colocar no sítio certo.
Orações coordenadas e Subordinadas:
http://www.notapositiva.com/resumos/portugues/frasesimplescomplexa.htm
http://gloria.webxpace.com/?do=gramatica&subaction=showfull&id=1148235361&archive=&start_from=&ucat=4&
Advérbios:
http://www.priberam.pt/dlpo/gramatica/gramatica39.aspx
http://www.priberam.pt/dlpo/gramatica/gramatica40.aspx
http://www.priberam.pt/dlpo/gramatica/gramatica41.aspx
Versificação:
http://www.inesc-id.pt/pt/indicadores/Ficheiros/1449.pdf
Discurso Directo e Discurso Indirecto:
http://ciberduvidas.sapo.pt/pergunta.php?id=16249
Voz Activa e Voz Passiva:
http://www.prof2000.pt/users/anamendes/vozactiva1.htm
http://www.percursos.net/portun4ficha5.pdf
Conjugação Perifrástica:
http://www.notapositiva.com/resumos/portugues/conjugacaoperifrastica.htm
Fenómenos Fonéticos:
http://www.notapositiva.com/resumos/portugues/fenomenosfoneticos.htm
Dúvidas:
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Apoio ao estudo d'Os Lusíadas
Podes consultar
a)o género épico em:
http://oslusiadas.no.sapo.pt/genero.html
b) a estrutura externa em:
http://oslusiadas.no.sapo.pt/est_externa.html
c) a estrutura interna em:
http://oslusiadas.no.sapo.pt/est_interna.html
d) os planos narrativos em:
http://oslusiadas.no.sapo.pt/planos.html
e) o resumo dos cantos em:
http://oslusiadas.no.sapo.pt/cantos.html
f) o resumo dos episódios em:
http://oslusiadas.no.sapo.pt/episodios.html
a)o género épico em:
http://oslusiadas.no.sapo.pt/genero.html
b) a estrutura externa em:
http://oslusiadas.no.sapo.pt/est_externa.html
c) a estrutura interna em:
http://oslusiadas.no.sapo.pt/est_interna.html
d) os planos narrativos em:
http://oslusiadas.no.sapo.pt/planos.html
e) o resumo dos cantos em:
http://oslusiadas.no.sapo.pt/cantos.html
f) o resumo dos episódios em:
http://oslusiadas.no.sapo.pt/episodios.html
Motivação para o estudo de Os Lusíadas
Consulta os vídeos com os seguintes endereços:
http://www.youtube.com/watch?v=OaGYvvW7hZs
http://www.youtube.com/watch?v=zEIzuAIHJic
Questão: Interpretar o seguinte trecho do poema de Camões:
"Amor é fogo que arde sem se vêr,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer".
Uma aluna deu a seguinte interpretação: "Ah Camões, se vivesses hoje em dia, tomarias uns antipiréticos, uns quantos analgésicos e Prozac para a depressão. Comprarias um computador,consultarias a internete descobririas que essas dores que sentias, esses desatinos sem nexo, nãoeram feridas de amor, mas somente falta de sexo".
http://www.youtube.com/watch?v=OaGYvvW7hZs
http://www.youtube.com/watch?v=zEIzuAIHJic
Questão: Interpretar o seguinte trecho do poema de Camões:
"Amor é fogo que arde sem se vêr,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer".
Uma aluna deu a seguinte interpretação: "Ah Camões, se vivesses hoje em dia, tomarias uns antipiréticos, uns quantos analgésicos e Prozac para a depressão. Comprarias um computador,consultarias a internete descobririas que essas dores que sentias, esses desatinos sem nexo, nãoeram feridas de amor, mas somente falta de sexo".
segunda-feira, 5 de março de 2007
CONVOCATÓRIA
Nos termos do artigo 1º dos estatutos da Assembleia dos Deuses do Olimpo, convocam-se os deuses para um consílio a realizar no Olimpo, no dia 4 de Março de 1498, pelas 15 horas, com a seguinte ordem de trabalhos:
ponto único: Decisão sobre o futuro dos homens que tentam chegar à Índia por mar.
Olimpo, 1 de Março de 1498
O pai dos deuses,
Júpiter
ponto único: Decisão sobre o futuro dos homens que tentam chegar à Índia por mar.
Olimpo, 1 de Março de 1498
O pai dos deuses,
Júpiter
Acta do Consílio dos Deuses
ACTA DO CONSÍLIO DOS DEUSES NÚMERO UM
---- Aos quatro dias do mês de Março do ano de mil quatrocentos e noventa e oito, pelas quinze horas, realizou-se, no Olimpo, um consílio presidido pelo pai dos deuses, Júpiter, e com a presença de todos os deuses.
- - - A reunião tinha a seguinte ordem de trabalhos:
- - - ponto único: Decisão sobre o futuro dos homens que tentam chegar à Índia por mar.
---- Aos quatro dias do mês de Março do ano de mil quatrocentos e noventa e oito, pelas quinze horas, realizou-se, no Olimpo, um consílio presidido pelo pai dos deuses, Júpiter, e com a presença de todos os deuses.
- - - A reunião tinha a seguinte ordem de trabalhos:
- - - ponto único: Decisão sobre o futuro dos homens que tentam chegar à Índia por mar.
- - A reunião iniciou-se com o discurso de Júpiter, lembrando a importância da decisão que iriam tomar, uma vez que, se os Portugueses, que construíram o seu reino, lutando contra mouros castelhanos e romanos, conseguissem o governo dos mares do oriente, se tornariam mais famosos que os povos da antiguidade. Júpiter salientou a coragem e ousadia daquele povo que atravessava o mar duvidoso num lenho leve sem temer a força dos ventos e elogiou a sua persistência apesar do tempo já decorrido e das dificuldades da viagem. - - - - - - - - - - - - - - -
- - - Baco opôs-se a que os Portugueses tivessem êxito na sua viagem, porque eles apagariam o poder e a fama que ele aí conquistara. Vénus manifestou-se contra Baco, defendendo os Portugueses, porque eles se assemelhavam ao povo romano, pelas qualidades guerreiras e pela língua que com pouca corrupção acreditava que era a latina. No calor da discussão interveio firmemente Marte, concordando com Vénus, apelando à autoridade de Júpiter como chefe supremo dos deuses para condenar a inveja de Baco e permitir que o povo, cujo valor e obras apreciara, fosse guiado por Mercúrio até à Índia.
- - - Baco opôs-se a que os Portugueses tivessem êxito na sua viagem, porque eles apagariam o poder e a fama que ele aí conquistara. Vénus manifestou-se contra Baco, defendendo os Portugueses, porque eles se assemelhavam ao povo romano, pelas qualidades guerreiras e pela língua que com pouca corrupção acreditava que era a latina. No calor da discussão interveio firmemente Marte, concordando com Vénus, apelando à autoridade de Júpiter como chefe supremo dos deuses para condenar a inveja de Baco e permitir que o povo, cujo valor e obras apreciara, fosse guiado por Mercúrio até à Índia.
---- Júpiter concordou com Marte e Vénus e espalhou néctar sobre todos.
----Não havendo mais nada a tratar foi encerrada a reunião e lavrada a presente acta que, depois de lida e aprovada, será assinada pelo presidente e por mim que a secretariei.
PRESIDENTE: Júpiter
SECRETÁRIO: Jorge Almeida
----Não havendo mais nada a tratar foi encerrada a reunião e lavrada a presente acta que, depois de lida e aprovada, será assinada pelo presidente e por mim que a secretariei.
PRESIDENTE: Júpiter
SECRETÁRIO: Jorge Almeida
OU
Aos quatro dias do mês de Março de mil quatrocentos e noventa e nove realizou-se, pelas nove horas, no Olimpo, um Consílio dos Deuses com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto único – Deliberação sobre a ajuda a dar aos portugueses na descoberta do caminho marítimo para a Índia.
A reunião foi presidida por Júpiter, e estiveram presentes todos os deuses convocados. A abrir a sessão, Júpiter recordou à Assembleia os feitos heróicos já realizados pelos portugueses, tanto mais valorosos quanto se tratava de um povo com pouco poder que já tinha vencido mouros e castelhanos. Referiu ainda que, no momento presente, enfrentava, com parcos recursos mas, grande determinação, os perigos marítimos, tendo como objectivo chegar às terras do Oriente. Declarou, também, que já lhe estava prometido pelo Fado eterno, o domínio, por muito tempo, dos mares do oriente, tinham passado um inverno rigoroso no mar e enfrentado duros perigos, os navegantes estavam exaustos, por isso, decidira que a armada fosse amigavelmente recebida na costa africana, para retemperar forças antes de prosseguir a viagem. Na sequência desta declaração, Baco manifestou a sua discordância, defendendo que, se chegassem ao Oriente, os portugueses dominariam a região e os seus feitos fariam esquecer famas anteriores. Ele próprio, Baco, deixaria de ser adorado e perderia a sua glória. A deusa Vénus, discordando de Baco, apoiou a decisão de Júpiter, argumentando com as qualidades do povo português, semelhantes às do povo romano, descendente do seu filho . Gerou-se, então, grande tumulto na Assembleia . O deus Marte, levantando-se para expor as suas razões, repôs a ordem na reunião, e dirigindo-se a Júpiter incentivou-o a não dar ouvidos a Baco, pois as suas opiniões não se baseavam na razão, mas em sentimentos mesquinhos como a inveja, e aconselhou-o a não voltar atrás da decisão tomada, pois seria sinal de fraqueza.Júpiter concordou com as palavras de Marte, fazendo um gesto de aprovação, e, de seguida, espalhou néctar pelos deuses que se preparavam já para regressar aos seus planetas.E nada mais havendo a tratar, deu-se por encerrada a sessão da qual se lavrou a presente acta que, vai ser assinada nos termos da lei.O Presidente: Júpiter O Secretário: _______________
Aos quatro dias do mês de Março de mil quatrocentos e noventa e nove realizou-se, pelas nove horas, no Olimpo, um Consílio dos Deuses com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto único – Deliberação sobre a ajuda a dar aos portugueses na descoberta do caminho marítimo para a Índia.
A reunião foi presidida por Júpiter, e estiveram presentes todos os deuses convocados. A abrir a sessão, Júpiter recordou à Assembleia os feitos heróicos já realizados pelos portugueses, tanto mais valorosos quanto se tratava de um povo com pouco poder que já tinha vencido mouros e castelhanos. Referiu ainda que, no momento presente, enfrentava, com parcos recursos mas, grande determinação, os perigos marítimos, tendo como objectivo chegar às terras do Oriente. Declarou, também, que já lhe estava prometido pelo Fado eterno, o domínio, por muito tempo, dos mares do oriente, tinham passado um inverno rigoroso no mar e enfrentado duros perigos, os navegantes estavam exaustos, por isso, decidira que a armada fosse amigavelmente recebida na costa africana, para retemperar forças antes de prosseguir a viagem. Na sequência desta declaração, Baco manifestou a sua discordância, defendendo que, se chegassem ao Oriente, os portugueses dominariam a região e os seus feitos fariam esquecer famas anteriores. Ele próprio, Baco, deixaria de ser adorado e perderia a sua glória. A deusa Vénus, discordando de Baco, apoiou a decisão de Júpiter, argumentando com as qualidades do povo português, semelhantes às do povo romano, descendente do seu filho . Gerou-se, então, grande tumulto na Assembleia . O deus Marte, levantando-se para expor as suas razões, repôs a ordem na reunião, e dirigindo-se a Júpiter incentivou-o a não dar ouvidos a Baco, pois as suas opiniões não se baseavam na razão, mas em sentimentos mesquinhos como a inveja, e aconselhou-o a não voltar atrás da decisão tomada, pois seria sinal de fraqueza.Júpiter concordou com as palavras de Marte, fazendo um gesto de aprovação, e, de seguida, espalhou néctar pelos deuses que se preparavam já para regressar aos seus planetas.E nada mais havendo a tratar, deu-se por encerrada a sessão da qual se lavrou a presente acta que, vai ser assinada nos termos da lei.O Presidente: Júpiter O Secretário: _______________
Mitologia n` Os Lusíadas
Camões, apesar de ser católico, utiliza a mitologia pagã por quatro razões:

a)obedece a uma regra dos poemas épicos (todas as epopeias a devem utilizar);
b)assegura a unidade interna da acção da epopeia (colocando em oposição humanos e deuses);
c)embeleza a intriga (de outra forma seria um mero relato da viagem);
d)serve para glorificar o povo português, comparando-o aos deuses (valoriza os homens a quem Neptuno e Marte obedeceram).
Júpiter era o deus romano do dia, comumente identificado com o deus grego Zeus, era f
ilho de Saturno e de Reia. À medida que Reia dava à luz, Saturno devorava todos os filhos varões. Júpiter e Juno nasceram do mesmo parto, e Reia, para salvar a vida do filho, apresentou-lhe a filha Juno e, em lugar de Júpiter, deu-lhe uma pedra embrulhada, que Saturno devorou imediatamente. Reia deu Júpiter a criar aos Coribantes, sacerdotes de Cibele, filha do Céu e da Terra, que o levaram para Creta, onde foi amamentado pela cabra Amalteia. Júpiter cresceu e, quando descobriu a sua origem, pediu a Saturno que o aceitasse como herdeiro. Saturno, sabendo então que Júpiter havia nascido para governar todo o Universo, procurou, por todos os meios, contrariá-lo, mas Júpiter expulsou-o do céu e apoderou-se do trono do pai, tornando-se senhor do Céu e da Terra.
Casou com a irmã Juno e fez a partilha do Universo com seus irmãos: reservou para si o céu, deu o império das águas a Neptuno e o império dos infernos a Plutão. Júpiter, como senhor absoluto, representa-se sentado sobre uma águia, com um raio na mão. N’ Os Lusíadas também é identificado como Tonante, porque era o deus do trovão.
Marte era o deus romano da guerra, equivalente ao grego Ares. O povo romano considerava-se
descendente daquele deus pelo facto de Rómulo ser filho de Réia Sílvia ou Ília, princesa de Alba Longa, e Marte. Filho de Juno e de Júpiter, era considerado o deus da guerra sangrenta, ao contrário de sua irmã Minerva, que representa a guerra justa e diplomática. Os dois irmãos tinham uma rixa, que acabou culminando no frente-a-frente de ambos, na frente das muralhas de Tróia, da qual Marte se saiu perdedor. Marte, apesar de bárbaro e cruel, tinha o amor da deusa Vénus, e com ela teve um filho, Cupido e uma filha mortal, Harmonia.
Cupido, também conhecido como Amor, era o deus equivalente em Roma ao deus grego Eros. Filho de Vénus, e de Marte, andava sempre com seu arco, pronto para disparar sobre
o coração de homens e deuses. Teve um romance muito famoso com a princesa Psique , que era a deusa da alma. Identificado com Eros e também conhecido como Amor, o deus grego do amor, o deus romano Cupido encarnava a paixão e o amor em todas as suas manifestações. Segundo a mitologia romana, Cupido era filho de Vénus, (a deusa do amor) e de Marte (o deus da guerra). Logo que nasceu, Júpiter (pai dos deuses), sabedor das perturbações que iria provocar, tentou obrigar Vénus a se desfazer dele. Para protegê-lo, a mãe o escondeu num bosque, onde ele se alimentou com leite de animais selvagens. Cupido era geralmente representado como um menino alado que carregava um arco e um carcás com setas. Os ferimentos provocados pelas setas que atirava despertavam amor ou paixão em suas vítimas. Outras vezes representavam-no vestido com uma armadura semelhante à que usava Marte, (o deus da guerra), talvez para assim sugerir paralelos irónicos entre a guerra e o romance ou para simbolizar a invencibilidade do amor. Embora fosse algumas vezes apresentado como insensível e descuidado, Cupido era, em geral, tido como benéfico em razão da felicidade que concedia aos casais, mortais ou imortais. No pior dos casos, era considerado malicioso pelas combinações que fazia, situações em que agia orientado por Vénus.
Vulcano, deus do fogo, era filho de Júpiter e de Juno. Como era extremamente feio,
Júpiter lançou-o para fora do céu; foi cair na Ilha de Lemnos, quebrou uma perna e ficou coxo. Desposou Vénus, que não o pôde suportar, por causa da sua fealdade e lhe foi muitas vezes infiel. Vulcano fabricava raios para Júpiter, que com eles ficou vitorioso na luta contra os Gigantes, que queriam apoderar-se do céu. Vulcano tinha as suas forjas nas ilhas de Lemnos e Líparo e ainda no interior do monte Etna, na Sicília, onde trabalhavam os Ciclopes, seus oficiais, que tinham um só olho a meio da testa. Vulcano representa-se geralmente acompanhado por Vénus, como figura central; às vezes acompanhado de Vénus, sendo ele a figura principal.
Baco era o filho do deus olímpico Zeus e da mortal Sémele. Deus do vinho, representava seu poder embriagador, suas influências benéficas e sociais. Promotor da civilização, legislador e amante da paz. Líber é seu nome latino e Dioniso é seu equivalente grego.
Juno, sempre preocupada e agastada contra as numerosas concubinas de Júpiter, seu marido, aconselhou Sémele, quando esta estava grávida, a pedir a Júpiter que se lhe mostrasse em todo o seu esplendor, ao que ele acedeu com dificuldade. A majestade do deus desencadeou fogo no palácio, e Sémele morreu nas chamas. Com receio de que Baco, que Sémele trazia no ventre, viesse também a morrer queimado, Júpiter recolheu-o numa coxa até ao tempo do seu nascimento. Foi então confiado secretamente a Ino, tia de Júpiter, que o criou com o auxílio das Horas e das ninfas. Quando chegou a homem, Baco conquistou as Índias e passou depois para o Egipto, onde ensinou a agricultura aos homens e deu início à plantação da vinha. Salvou-se sempre das perseguições contínuas de Juno e transformou-se em leão para devorar os Gigantes que ameaçavam Júpiter e o céu. Depois da vitória sobre os Gigantes ficou a ser o deus mais poderoso, a seguir a Júpiter. Baco representa-se, geralmente, sobre um coche puxado por tigres, linces ou panteras, às vezes com uma taça em uma das mãos e na outra um tirso, do qual se servia muitas vezes para fazer brotar fontes de vinho.
Em Roma, Diana (a Artemis grega) era a deusa da lua e da caça, filha de Júpiter e de Latona, e irmã mais velha de Apolo. Era muito ciosa de sua virgindade. Na mais famosa de suas
aventuras, transformou em um cervo o caçador Acteão, que a viu nua durante o banho. Indiferente ao amor e caçadora infatigável, Diana era homenageada em templos rústicos nas florestas, onde os caçadores lhe ofereciam sacrifícios. Na mitologia romana, Diana era deusa dos animais selvagens e da caça, bem como dos animais domésticos. Filha de Júpiter e Latona, irmã gêmea de Apolo, obteve do pai permissão para não se casar e se manter sempre casta. Júpiter forneceu-lhe um séquito de sessenta oceânidas e vinte ninfas que, como ela, renunciaram ao casamento. Diana foi cedo identificada com a deusa grega Ártemis e depois absorveu a identificação de Ártemis com Selene (Lua) e Hécate (ou Trívia), de que derivou a caracterização triformis dea ("deusa de três formas"), usada às vezes na literatura latina. O mais famoso de seus santuários ficava no bosque junto ao lago Nemi, perto de Arícia.
Adamastor foi o mítico gigante baseado na mitologia greco-romana, referido po
r Luís de Camões n'Os Lusíadas, que representava as forças da natureza contra Vasco da Gama sob a forma de uma tempestade ameaçando a ruína daquele que tentasse dobrar o Cabo da Boa Esperança e penetrasse no Oceano Índico, os alegados domínios de Adamastor. O Adamastor tem, não só o papel de reforçar o positivismo da viagem, assim como o Velho também; e de enfatizar o "mais que
humano feito", referido na proposição. Realçando a coragem do Herói, individual ou colectivo, que enfrenta, apesar do medo, desafios mais que do poder do Homem, porque o herói renega a sua emoção, segue a ordem de el-rei. Mais à frente o narrador mostra-nos como este grande gigante tem uma fraqueza, um amor impossivel, mostrando que até o mais poderoso ser padece dessa doença benigna, que é o amor.
•Clio foi uma das nove musas da mitologia grega. Filha de Zeus e Mnemósine.
Era a musa da história e da criatividade, aquela que divulgava e celebrava realizações. É representada como uma jovem coroada de louros, trazendo na mão direita uma trombeta e, na esquerda, um livro intitulado "Thucydide". Outras representações suas apresentam-na segurando um rolo de pergaminho e uma pena, atributos que, às vezes, também acompanham Calíope. Clio é considerada a inventora da guitarra.
•As Tágides são as ninfas do Tejo a quem Camões pede inspiração para compor a sua obra Os Lusíadas.
http://educom2.sce.fct.unl.pt/proj/por-mares/mitologia_romana.htm

a)obedece a uma regra dos poemas épicos (todas as epopeias a devem utilizar);
b)assegura a unidade interna da acção da epopeia (colocando em oposição humanos e deuses);
c)embeleza a intriga (de outra forma seria um mero relato da viagem);
d)serve para glorificar o povo português, comparando-o aos deuses (valoriza os homens a quem Neptuno e Marte obedeceram).
Júpiter era o deus romano do dia, comumente identificado com o deus grego Zeus, era f
ilho de Saturno e de Reia. À medida que Reia dava à luz, Saturno devorava todos os filhos varões. Júpiter e Juno nasceram do mesmo parto, e Reia, para salvar a vida do filho, apresentou-lhe a filha Juno e, em lugar de Júpiter, deu-lhe uma pedra embrulhada, que Saturno devorou imediatamente. Reia deu Júpiter a criar aos Coribantes, sacerdotes de Cibele, filha do Céu e da Terra, que o levaram para Creta, onde foi amamentado pela cabra Amalteia. Júpiter cresceu e, quando descobriu a sua origem, pediu a Saturno que o aceitasse como herdeiro. Saturno, sabendo então que Júpiter havia nascido para governar todo o Universo, procurou, por todos os meios, contrariá-lo, mas Júpiter expulsou-o do céu e apoderou-se do trono do pai, tornando-se senhor do Céu e da Terra.Casou com a irmã Juno e fez a partilha do Universo com seus irmãos: reservou para si o céu, deu o império das águas a Neptuno e o império dos infernos a Plutão. Júpiter, como senhor absoluto, representa-se sentado sobre uma águia, com um raio na mão. N’ Os Lusíadas também é identificado como Tonante, porque era o deus do trovão.
Vénus era filha do Céu e da Terra. Também se diz que era filha do Mar e que Saturno preparou o seu nascimento, formando-a da espuma das águas. E há ainda quem afirme que era filha de
Júpiter e da ninfa Dione, sua concubina. Conta-se que Vénus, logo após o seu nascimento, foi arrebatada para o céu, em grande pompa, pelas deusas Horas, que presidiam às estações, e todos os deuses a acharam tão formosa, que a designaram deusa do amor e cada um deles queria desposá-la. Foi Vulcano que a recebeu por mulher, por ter forjado os raios com que Júpiter combateu os Gigantes, que queriam apoderar-se do céu. Mas Vénus, não podendo suportar o marido pela sua grande fealdade, entregou-se à vida dissoluta e teve muitos amantes, entre os quais Marte, filho de Juno e deus da guerra, de quem teve Cupido. Vulcano, que a surpreendeu com Marte, cercou o lugar com uma rede invisível e convocou todos os deuses para que presenciassem o espectáculo.
Vénus também desposou Anquises, príncipe troiano, de quem teve Eneias, que, já homem, partiu com uma grande armada para a Itália, para aí fundar um novo império. Vénus presidia a todas as festas de prazer e divertimento, sempre acompanhada das três Graças. Representa-se geralmente com Cupido, seu filho, sobre um coche puxado por pombos ou por cisnes.
Júpiter e da ninfa Dione, sua concubina. Conta-se que Vénus, logo após o seu nascimento, foi arrebatada para o céu, em grande pompa, pelas deusas Horas, que presidiam às estações, e todos os deuses a acharam tão formosa, que a designaram deusa do amor e cada um deles queria desposá-la. Foi Vulcano que a recebeu por mulher, por ter forjado os raios com que Júpiter combateu os Gigantes, que queriam apoderar-se do céu. Mas Vénus, não podendo suportar o marido pela sua grande fealdade, entregou-se à vida dissoluta e teve muitos amantes, entre os quais Marte, filho de Juno e deus da guerra, de quem teve Cupido. Vulcano, que a surpreendeu com Marte, cercou o lugar com uma rede invisível e convocou todos os deuses para que presenciassem o espectáculo.Vénus também desposou Anquises, príncipe troiano, de quem teve Eneias, que, já homem, partiu com uma grande armada para a Itália, para aí fundar um novo império. Vénus presidia a todas as festas de prazer e divertimento, sempre acompanhada das três Graças. Representa-se geralmente com Cupido, seu filho, sobre um coche puxado por pombos ou por cisnes.
Marte era o deus romano da guerra, equivalente ao grego Ares. O povo romano considerava-se
descendente daquele deus pelo facto de Rómulo ser filho de Réia Sílvia ou Ília, princesa de Alba Longa, e Marte. Filho de Juno e de Júpiter, era considerado o deus da guerra sangrenta, ao contrário de sua irmã Minerva, que representa a guerra justa e diplomática. Os dois irmãos tinham uma rixa, que acabou culminando no frente-a-frente de ambos, na frente das muralhas de Tróia, da qual Marte se saiu perdedor. Marte, apesar de bárbaro e cruel, tinha o amor da deusa Vénus, e com ela teve um filho, Cupido e uma filha mortal, Harmonia.Cupido, também conhecido como Amor, era o deus equivalente em Roma ao deus grego Eros. Filho de Vénus, e de Marte, andava sempre com seu arco, pronto para disparar sobre
o coração de homens e deuses. Teve um romance muito famoso com a princesa Psique , que era a deusa da alma. Identificado com Eros e também conhecido como Amor, o deus grego do amor, o deus romano Cupido encarnava a paixão e o amor em todas as suas manifestações. Segundo a mitologia romana, Cupido era filho de Vénus, (a deusa do amor) e de Marte (o deus da guerra). Logo que nasceu, Júpiter (pai dos deuses), sabedor das perturbações que iria provocar, tentou obrigar Vénus a se desfazer dele. Para protegê-lo, a mãe o escondeu num bosque, onde ele se alimentou com leite de animais selvagens. Cupido era geralmente representado como um menino alado que carregava um arco e um carcás com setas. Os ferimentos provocados pelas setas que atirava despertavam amor ou paixão em suas vítimas. Outras vezes representavam-no vestido com uma armadura semelhante à que usava Marte, (o deus da guerra), talvez para assim sugerir paralelos irónicos entre a guerra e o romance ou para simbolizar a invencibilidade do amor. Embora fosse algumas vezes apresentado como insensível e descuidado, Cupido era, em geral, tido como benéfico em razão da felicidade que concedia aos casais, mortais ou imortais. No pior dos casos, era considerado malicioso pelas combinações que fazia, situações em que agia orientado por Vénus.Vulcano, deus do fogo, era filho de Júpiter e de Juno. Como era extremamente feio,
Júpiter lançou-o para fora do céu; foi cair na Ilha de Lemnos, quebrou uma perna e ficou coxo. Desposou Vénus, que não o pôde suportar, por causa da sua fealdade e lhe foi muitas vezes infiel. Vulcano fabricava raios para Júpiter, que com eles ficou vitorioso na luta contra os Gigantes, que queriam apoderar-se do céu. Vulcano tinha as suas forjas nas ilhas de Lemnos e Líparo e ainda no interior do monte Etna, na Sicília, onde trabalhavam os Ciclopes, seus oficiais, que tinham um só olho a meio da testa. Vulcano representa-se geralmente acompanhado por Vénus, como figura central; às vezes acompanhado de Vénus, sendo ele a figura principal.Baco era o filho do deus olímpico Zeus e da mortal Sémele. Deus do vinho, representava seu poder embriagador, suas influências benéficas e sociais. Promotor da civilização, legislador e amante da paz. Líber é seu nome latino e Dioniso é seu equivalente grego.

Juno, sempre preocupada e agastada contra as numerosas concubinas de Júpiter, seu marido, aconselhou Sémele, quando esta estava grávida, a pedir a Júpiter que se lhe mostrasse em todo o seu esplendor, ao que ele acedeu com dificuldade. A majestade do deus desencadeou fogo no palácio, e Sémele morreu nas chamas. Com receio de que Baco, que Sémele trazia no ventre, viesse também a morrer queimado, Júpiter recolheu-o numa coxa até ao tempo do seu nascimento. Foi então confiado secretamente a Ino, tia de Júpiter, que o criou com o auxílio das Horas e das ninfas. Quando chegou a homem, Baco conquistou as Índias e passou depois para o Egipto, onde ensinou a agricultura aos homens e deu início à plantação da vinha. Salvou-se sempre das perseguições contínuas de Juno e transformou-se em leão para devorar os Gigantes que ameaçavam Júpiter e o céu. Depois da vitória sobre os Gigantes ficou a ser o deus mais poderoso, a seguir a Júpiter. Baco representa-se, geralmente, sobre um coche puxado por tigres, linces ou panteras, às vezes com uma taça em uma das mãos e na outra um tirso, do qual se servia muitas vezes para fazer brotar fontes de vinho.
Em Roma, Diana (a Artemis grega) era a deusa da lua e da caça, filha de Júpiter e de Latona, e irmã mais velha de Apolo. Era muito ciosa de sua virgindade. Na mais famosa de suas
aventuras, transformou em um cervo o caçador Acteão, que a viu nua durante o banho. Indiferente ao amor e caçadora infatigável, Diana era homenageada em templos rústicos nas florestas, onde os caçadores lhe ofereciam sacrifícios. Na mitologia romana, Diana era deusa dos animais selvagens e da caça, bem como dos animais domésticos. Filha de Júpiter e Latona, irmã gêmea de Apolo, obteve do pai permissão para não se casar e se manter sempre casta. Júpiter forneceu-lhe um séquito de sessenta oceânidas e vinte ninfas que, como ela, renunciaram ao casamento. Diana foi cedo identificada com a deusa grega Ártemis e depois absorveu a identificação de Ártemis com Selene (Lua) e Hécate (ou Trívia), de que derivou a caracterização triformis dea ("deusa de três formas"), usada às vezes na literatura latina. O mais famoso de seus santuários ficava no bosque junto ao lago Nemi, perto de Arícia.Adamastor foi o mítico gigante baseado na mitologia greco-romana, referido po
r Luís de Camões n'Os Lusíadas, que representava as forças da natureza contra Vasco da Gama sob a forma de uma tempestade ameaçando a ruína daquele que tentasse dobrar o Cabo da Boa Esperança e penetrasse no Oceano Índico, os alegados domínios de Adamastor. O Adamastor tem, não só o papel de reforçar o positivismo da viagem, assim como o Velho também; e de enfatizar o "mais que
humano feito", referido na proposição. Realçando a coragem do Herói, individual ou colectivo, que enfrenta, apesar do medo, desafios mais que do poder do Homem, porque o herói renega a sua emoção, segue a ordem de el-rei. Mais à frente o narrador mostra-nos como este grande gigante tem uma fraqueza, um amor impossivel, mostrando que até o mais poderoso ser padece dessa doença benigna, que é o amor.•Na mitologia grega, as Nereidas eram as cinquenta filhas (ou cem, segundo outros relatos) de Nereu e de Dóris. Nereu compartilhava com elas as águas do mar Egeu.
Nereu, um deus marinho mais antigo que Neptuno, filho de Oceanus, era descrito como um velho pacato, justo, benévolo e sábio que representava a calma e serenidade do mar. As Nereidas eram veneradas como ninfas do mar, gentis e generosas, sempr
e prontas a ajudar os marinheiros em perigo. Por sua beleza, as Nereidas também costumavam dominar os corações dos homens.
São representadas com longos cabelos, entrelaçados com pérolas. Caminham sobre golfinhos ou cavalos-marinhos. Trazem à mão ora um tridente, ora uma coroa, ora um galho de coral. Algumas vezes representam-nas meio mulheres meio peixes. O unico relato onde elas prejudicam os mortais,consta do mito de Andromeda. Segundo o mito, elas exigiram o sacrificio de Andromeda como puniçao pelo fato de Cassiopeia,mae da jovem, ter alegado ser mais bela que as Nereidas.
Nereu, um deus marinho mais antigo que Neptuno, filho de Oceanus, era descrito como um velho pacato, justo, benévolo e sábio que representava a calma e serenidade do mar. As Nereidas eram veneradas como ninfas do mar, gentis e generosas, sempr
e prontas a ajudar os marinheiros em perigo. Por sua beleza, as Nereidas também costumavam dominar os corações dos homens.São representadas com longos cabelos, entrelaçados com pérolas. Caminham sobre golfinhos ou cavalos-marinhos. Trazem à mão ora um tridente, ora uma coroa, ora um galho de coral. Algumas vezes representam-nas meio mulheres meio peixes. O unico relato onde elas prejudicam os mortais,consta do mito de Andromeda. Segundo o mito, elas exigiram o sacrificio de Andromeda como puniçao pelo fato de Cassiopeia,mae da jovem, ter alegado ser mais bela que as Nereidas.
•Clio foi uma das nove musas da mitologia grega. Filha de Zeus e Mnemósine.

Era a musa da história e da criatividade, aquela que divulgava e celebrava realizações. É representada como uma jovem coroada de louros, trazendo na mão direita uma trombeta e, na esquerda, um livro intitulado "Thucydide". Outras representações suas apresentam-na segurando um rolo de pergaminho e uma pena, atributos que, às vezes, também acompanham Calíope. Clio é considerada a inventora da guitarra.
•As Tágides são as ninfas do Tejo a quem Camões pede inspiração para compor a sua obra Os Lusíadas.

http://educom2.sce.fct.unl.pt/proj/por-mares/mitologia_romana.htm
sábado, 3 de março de 2007
Resumo de episódios d' Os Lusíadas (adaptação de João de Barros)
INÍCIO DA NARRAÇÃO E CONSÍLIO DOS DEUSES
Iam os barcos já na costa de Moçambique, rápidos, entre a branca espuma das ondas.
A Índia estava longe, mas o caminho para alcançá-la era aquele e decerto lá chegariam, se o vento e o mar lhes fossem favoráveis e, sobretudo, se a coragem não os abandonasse.
Ai deles, porém!
Sempre que um povo tenta desvendar e conhecer paragens até então desconhecidas, parece que as forças da natureza ou a inveja dos outros homens tudo fazem para os não deixar vencer...
Assim, os deuses ou forças, que vivem nas coisas e nas almas, discutiam se sim ou não os deviam deixar triunfar.
Júpiter, Vénus, Baco, Marte, Apolo e Neptuno juntaram-se todos para resolver se dariam ou não auxílio aos portugueses.
Bastava que Júpiter desencadeasse um grande temporal sobre as frágeis embarcações para que um naufrágio as engolisse. Vénus e Marte, que eram amigos dos portugueses, não queriam. Mas Baco, que tivera outrora poder na Índia e receava que os portugueses lho tirassem, preparava-se para os inquietar...
No Olimpo, grande discussão houve entre os deuses a propósito dos nossos portugueses e da melhor decisão a tomar sobre o destino das suas naus...
INÊS DE CASTRO
Aconteceu um caso triste, mas que mostra quanto é sincero e terno o coração dos portugueses...
D. Afonso IV tinha um filho, D. Pedro, que gostava muito de uma dama da rainha, chamada D. Inês de Castro; mas o príncipe não podia casar com uma senhora qualquer, mas só com uma princesa de sangue real. Por isso, D. Afonso afligia-se ao ver o filho tão preso dos encantos de D. Inês e não querendo casar-se com nenhuma princesa verdadeira.
O Rei aconselha-se com os seus ministros e resolveram tirar a vida à pobre D. Inês, cujo o único pecado e crime era amar o seu príncipe.
Vão buscá-la a Coimbra e trazem-na arrastada à presença do Rei.
Apertando muito ao peito os filhinhos que tinha de D. Pedro, Inês chora, pede e suplica piedade, não para ela, mas para os filhos que, ficando órfãos, tudo perderiam.
Ainda se comove o rei, mas não se comovem os conselheiros. Arrancam das espadas de aço fino e trespassam o seio da formosa Inês.
Assim que ela morreu, chorou-a todo o povo, tão nova e bonita era a apaixonada de D. Pedro. Este não se esqueceu nunca da sua amada. Assim que subiu ao trono, coroou-a rainha como se viva fosse, entre festejos e pompas solenes. E castigou com severidade os ministros responsáveis pela morte da sua amada. Mas nem só a eles castigou. Enquanto reinou nunca perdoou nenhum crime, e não consentiu já mais que um homem mau vivesse tranquilo e impune.
Foi justo e, por vezes, cruel. Mas, austero e bravo, soube defender o seu reino das cobiças alheias.
BATALHA DE ALJUBARROTA
Soa a trombeta castelhana, dando o sinal de batalha. Som horrendo que parece correr do norte ao sul de Portugal. As mães aflitas apertam os filhinhos ao peito, e rostos há que mudam de cor.
Trava-se a luta entre Espanhóis e Portugueses, com fúria imensa de parte a parte. Numerosíssimos, os inimigos crescem sobre a gente de Nuno Álvares Pereira e entre eles estão os próprios irmãos do futuro Condestável.
D. João grita aos seus soldados que defendam a sua terra ameaçada, pois a liberdade da Pátria dependia da coragem destes. D. João, vendo em risco os soldados portugueses, precipita-se em auxílio da hoste já cercada. Todos os seus soldados o acompanham e, sem medo de perder a vida, atiram-se para o meio dos inimigos.
O rei castelhano e os seus milhares de soldados lutam desesperada e raivosamente, mas, apesar de serem mais do que os nossos, não resistem à coragem lusitana.
São vencidos os castelhanos que fogem dos campos de Aljubarrota.
DESPEDIDAS DE BELÉM
No porto de Lisboa, onde o Tejo mistura as suas águas com a água salgada do mar, estão as naus prontas a sair.
Ninguém receia a viagem aventurosa. Ninguém vacila em seguir Vasco da Gama por toda a parte.
Na praia, guerreiros e marujos passeiam os seus fatos novos. Os ventos sossegados fazem ondular os estandartes nas fortes e belas naus que prometem tornar-se um dia estrelas brilhantes no céu da glória...
Estão as naus aparelhadas e os navegadores prontos para todas as traições e lutas do mar. Pediram a Deus, antes de partir, a protecção e ajuda, favor celeste que os guiasse. Por fim, saíram da Capela de Santa Maria para bordo. A gente da cidade acompanhou-os, em grande multidão, chorando e gritando. Suspiravam os homens que ficavam. Todos receavam a perda dos nautas nos desconhecidos oceanos que iam navegar. Mães, esposas, irmãs imaginavam já não os tornar a ver.
ADAMASTOR
Cinco dias depois da aventura de Veloso, numa noite em que sopravam ventos prósperos, uma nuvem imensa, que os ares escurecia, apareceu de súbito sobre as cabeças dos marinheiros. Tão temerosa e carregada vinha que os seus valentes corações se encheram de pavor. O mar bramia ao longe, como se batesse nalgum distante rochedo. Tudo infundia pavor.
Erguendo a voz ao céu, Vasco da Gama suplicou piedade a Deus. Mal acabava de rezar, um figura surgiu no ar, robusta, fortíssima, gigantesca, de rosto pálido e zangado, de barba suja, de olhos encovados e numa atitude feroz. Num tom de voz grosso, começou a falar-lhes.
Arrepiaram-se todos, só de ouvir e ver tão monstruosa criatura. Disse então o gigante, voltando-se para eles:
- Ó gente ousada, já que vindes devassar os meus segredos escondidos, que nenhum humano deveria conhecer, ouvi agora os danos que prevejo para vós, para a vossa raça, que subjugará, no entanto, ainda todo o largo mar e toda a imensa terra. Ficai sabendo que todas as naus que fizerem esta viagem encontrarão as maiores dificuldades nestes meus domínios. Punirei a primeira armada que vier aqui depois da vossa e os seus tripulantes mal sentirão talvez o perigo de me defrontarem. Hei-de também vingar-me de quem primeiro me descobriu, Bartolomeu Dias, fazendo-o naufragar aqui mesmo e outras vinganças imprevistas executarei...
Era tão assustador o que ele dizia, que Gama o interrompeu e lhe perguntou quem ele era e por que estava assim tão zangado.
Ele respondeu:
- Eu sou aquele cabo a que chamam Tormentório, andei na luta contra o meu deus, Júpiter, fiz-me capitão do mar e conquistei as ondas do oceano. Apaixonei-me então por Tétis, princesa do mar filha de Neptuno. Mas como eu sou tão feio, ela nem me podia olhar... Determinei conquistá-la à força e mandei participar esta minha intenção. Esta fingiu aceitar o meu pedido de casamento... julguei certa noite vê-la e supus que vinha visitar-me e combinar as nossas bodas. Corri para ela como um doido e comecei a abraçá-la. Achei-me, no entanto, de repente abraçado a um duro monte, pois Tétis transformara-se em rocha feia e fria. Vendo um penedo a tocar a minha fronte, penedo me tornei também de desespero. Para redobrar as minhas mágoas, Tétis anda sempre me cercando, transformada em onda.
Assim contou a sua história o gigante Adamastor ... E logo a nuvem negra se desfez e o mar bramiu ao longe.
Gama de novo rezou a Deus, pedindo-lhe que os guardasse dos perigos que o Adamastor anunciara.
A TEMPESTADE E A CHEGADA À ÍNDIA
...Queria Veloso continuar a heróica narrativa, quando o mestre do navio pediu aos seus ouvintes e a ele que estivessem alerta...
Desencadeia-se a terrível tempestade. Rompe-se a vela grande da nau de Veloso, pois não houvera tempo de amainá-la. Alaga-se o navio todo com as ondas, que o envolvem espumando, e a água entra pelos porões. Os marinheiros correm a dar à bomba, para evitar o naufrágio, que parece certo.
O navio maior, em que navegava Paulo da Gama, leva o mastro quebrado.
Tão perto da Índia estavam os portugueses e tão impossível se lhes afigurava lá chegar, nessa hora de tragédia!
Vasco da Gama, entre o fulgor da procela, ergue a alma a Deus e, enquanto os marinheiros lutam contra a fúria do Oceano, a Deus suplica porto e salvamento.
Sossega o mar, cala-se o vento um pouco, graças à intervenção Vénus e das Nereidas junto dos Ventos.
As naus portuguesas retomam outra vez o seu rumo para a Índia. Baco fora vencido de novo e já não poderia contrariar os desígnios da gente lusitana.
A manhã clareava nos outeiros por onde passa o rio Ganges, quando da gávea alta os marinheiros enxergaram terra, pela proa das naus.
O piloto melindano exclama que a terra que se avista enfim é Calecut, cidade da Índia.
Iam os barcos já na costa de Moçambique, rápidos, entre a branca espuma das ondas.
A Índia estava longe, mas o caminho para alcançá-la era aquele e decerto lá chegariam, se o vento e o mar lhes fossem favoráveis e, sobretudo, se a coragem não os abandonasse.
Ai deles, porém!
Sempre que um povo tenta desvendar e conhecer paragens até então desconhecidas, parece que as forças da natureza ou a inveja dos outros homens tudo fazem para os não deixar vencer...
Assim, os deuses ou forças, que vivem nas coisas e nas almas, discutiam se sim ou não os deviam deixar triunfar.
Júpiter, Vénus, Baco, Marte, Apolo e Neptuno juntaram-se todos para resolver se dariam ou não auxílio aos portugueses.
Bastava que Júpiter desencadeasse um grande temporal sobre as frágeis embarcações para que um naufrágio as engolisse. Vénus e Marte, que eram amigos dos portugueses, não queriam. Mas Baco, que tivera outrora poder na Índia e receava que os portugueses lho tirassem, preparava-se para os inquietar...
No Olimpo, grande discussão houve entre os deuses a propósito dos nossos portugueses e da melhor decisão a tomar sobre o destino das suas naus...
INÊS DE CASTRO
Aconteceu um caso triste, mas que mostra quanto é sincero e terno o coração dos portugueses...
D. Afonso IV tinha um filho, D. Pedro, que gostava muito de uma dama da rainha, chamada D. Inês de Castro; mas o príncipe não podia casar com uma senhora qualquer, mas só com uma princesa de sangue real. Por isso, D. Afonso afligia-se ao ver o filho tão preso dos encantos de D. Inês e não querendo casar-se com nenhuma princesa verdadeira.
O Rei aconselha-se com os seus ministros e resolveram tirar a vida à pobre D. Inês, cujo o único pecado e crime era amar o seu príncipe.
Vão buscá-la a Coimbra e trazem-na arrastada à presença do Rei.
Apertando muito ao peito os filhinhos que tinha de D. Pedro, Inês chora, pede e suplica piedade, não para ela, mas para os filhos que, ficando órfãos, tudo perderiam.
Ainda se comove o rei, mas não se comovem os conselheiros. Arrancam das espadas de aço fino e trespassam o seio da formosa Inês.
Assim que ela morreu, chorou-a todo o povo, tão nova e bonita era a apaixonada de D. Pedro. Este não se esqueceu nunca da sua amada. Assim que subiu ao trono, coroou-a rainha como se viva fosse, entre festejos e pompas solenes. E castigou com severidade os ministros responsáveis pela morte da sua amada. Mas nem só a eles castigou. Enquanto reinou nunca perdoou nenhum crime, e não consentiu já mais que um homem mau vivesse tranquilo e impune.
Foi justo e, por vezes, cruel. Mas, austero e bravo, soube defender o seu reino das cobiças alheias.
BATALHA DE ALJUBARROTA
Soa a trombeta castelhana, dando o sinal de batalha. Som horrendo que parece correr do norte ao sul de Portugal. As mães aflitas apertam os filhinhos ao peito, e rostos há que mudam de cor.
Trava-se a luta entre Espanhóis e Portugueses, com fúria imensa de parte a parte. Numerosíssimos, os inimigos crescem sobre a gente de Nuno Álvares Pereira e entre eles estão os próprios irmãos do futuro Condestável.
D. João grita aos seus soldados que defendam a sua terra ameaçada, pois a liberdade da Pátria dependia da coragem destes. D. João, vendo em risco os soldados portugueses, precipita-se em auxílio da hoste já cercada. Todos os seus soldados o acompanham e, sem medo de perder a vida, atiram-se para o meio dos inimigos.
O rei castelhano e os seus milhares de soldados lutam desesperada e raivosamente, mas, apesar de serem mais do que os nossos, não resistem à coragem lusitana.
São vencidos os castelhanos que fogem dos campos de Aljubarrota.
DESPEDIDAS DE BELÉM
No porto de Lisboa, onde o Tejo mistura as suas águas com a água salgada do mar, estão as naus prontas a sair.
Ninguém receia a viagem aventurosa. Ninguém vacila em seguir Vasco da Gama por toda a parte.
Na praia, guerreiros e marujos passeiam os seus fatos novos. Os ventos sossegados fazem ondular os estandartes nas fortes e belas naus que prometem tornar-se um dia estrelas brilhantes no céu da glória...
Estão as naus aparelhadas e os navegadores prontos para todas as traições e lutas do mar. Pediram a Deus, antes de partir, a protecção e ajuda, favor celeste que os guiasse. Por fim, saíram da Capela de Santa Maria para bordo. A gente da cidade acompanhou-os, em grande multidão, chorando e gritando. Suspiravam os homens que ficavam. Todos receavam a perda dos nautas nos desconhecidos oceanos que iam navegar. Mães, esposas, irmãs imaginavam já não os tornar a ver.
ADAMASTOR
Cinco dias depois da aventura de Veloso, numa noite em que sopravam ventos prósperos, uma nuvem imensa, que os ares escurecia, apareceu de súbito sobre as cabeças dos marinheiros. Tão temerosa e carregada vinha que os seus valentes corações se encheram de pavor. O mar bramia ao longe, como se batesse nalgum distante rochedo. Tudo infundia pavor.
Erguendo a voz ao céu, Vasco da Gama suplicou piedade a Deus. Mal acabava de rezar, um figura surgiu no ar, robusta, fortíssima, gigantesca, de rosto pálido e zangado, de barba suja, de olhos encovados e numa atitude feroz. Num tom de voz grosso, começou a falar-lhes.
Arrepiaram-se todos, só de ouvir e ver tão monstruosa criatura. Disse então o gigante, voltando-se para eles:
- Ó gente ousada, já que vindes devassar os meus segredos escondidos, que nenhum humano deveria conhecer, ouvi agora os danos que prevejo para vós, para a vossa raça, que subjugará, no entanto, ainda todo o largo mar e toda a imensa terra. Ficai sabendo que todas as naus que fizerem esta viagem encontrarão as maiores dificuldades nestes meus domínios. Punirei a primeira armada que vier aqui depois da vossa e os seus tripulantes mal sentirão talvez o perigo de me defrontarem. Hei-de também vingar-me de quem primeiro me descobriu, Bartolomeu Dias, fazendo-o naufragar aqui mesmo e outras vinganças imprevistas executarei...
Era tão assustador o que ele dizia, que Gama o interrompeu e lhe perguntou quem ele era e por que estava assim tão zangado.
Ele respondeu:
- Eu sou aquele cabo a que chamam Tormentório, andei na luta contra o meu deus, Júpiter, fiz-me capitão do mar e conquistei as ondas do oceano. Apaixonei-me então por Tétis, princesa do mar filha de Neptuno. Mas como eu sou tão feio, ela nem me podia olhar... Determinei conquistá-la à força e mandei participar esta minha intenção. Esta fingiu aceitar o meu pedido de casamento... julguei certa noite vê-la e supus que vinha visitar-me e combinar as nossas bodas. Corri para ela como um doido e comecei a abraçá-la. Achei-me, no entanto, de repente abraçado a um duro monte, pois Tétis transformara-se em rocha feia e fria. Vendo um penedo a tocar a minha fronte, penedo me tornei também de desespero. Para redobrar as minhas mágoas, Tétis anda sempre me cercando, transformada em onda.
Assim contou a sua história o gigante Adamastor ... E logo a nuvem negra se desfez e o mar bramiu ao longe.
Gama de novo rezou a Deus, pedindo-lhe que os guardasse dos perigos que o Adamastor anunciara.
A TEMPESTADE E A CHEGADA À ÍNDIA
...Queria Veloso continuar a heróica narrativa, quando o mestre do navio pediu aos seus ouvintes e a ele que estivessem alerta...
Desencadeia-se a terrível tempestade. Rompe-se a vela grande da nau de Veloso, pois não houvera tempo de amainá-la. Alaga-se o navio todo com as ondas, que o envolvem espumando, e a água entra pelos porões. Os marinheiros correm a dar à bomba, para evitar o naufrágio, que parece certo.
O navio maior, em que navegava Paulo da Gama, leva o mastro quebrado.
Tão perto da Índia estavam os portugueses e tão impossível se lhes afigurava lá chegar, nessa hora de tragédia!
Vasco da Gama, entre o fulgor da procela, ergue a alma a Deus e, enquanto os marinheiros lutam contra a fúria do Oceano, a Deus suplica porto e salvamento.
Sossega o mar, cala-se o vento um pouco, graças à intervenção Vénus e das Nereidas junto dos Ventos.
As naus portuguesas retomam outra vez o seu rumo para a Índia. Baco fora vencido de novo e já não poderia contrariar os desígnios da gente lusitana.
A manhã clareava nos outeiros por onde passa o rio Ganges, quando da gávea alta os marinheiros enxergaram terra, pela proa das naus.
O piloto melindano exclama que a terra que se avista enfim é Calecut, cidade da Índia.
Ficha de Leitura do Texto Dramático “Falar Verdade a Mentir” de Almeida Garrett
Cena I
1. De onde vem Joaquina e como é que ela caracteriza esse lugar?
Vem do Porto e caracteriza-o com sendo a “segunda capital do reino e a cidade eterna”.
2. Por que motivo Joaquina e José Félix estavam interessados no casamento de Amália com Duarte?
Estavam interessados, porque com o casamento de Amália, Joaquina receberia um dote de cem moedas e, assim, já poderia casar com José Félix.
3. Caracteriza José Félix e indica os processos de caracterização de personagens que te permitiram caracterizá-lo.
José Félix era interesseiro, emigrou, esteve em Paris e é criado particular de um General. Os processos de caracterização foram a caracterização indirecta, porque sabemos que ele é interesseiro, pelas suas palavras “a minha paixão, a nossa felicidade, cem moedas sonantes...”; há a caracterização directa, através da autocaracterização, porque ele caracteriza-se a si próprio, e da heterocaracterização, pois Joaquina disse que ele estava tolo e doido..
Cenas II e III
4. Qual a condição necessária para que o pai de Amália a deixasse casar com Duarte?
Que o Duarte não seja apanhado a mentir.
5. Caracteriza Duarte e indica os processos de caracterização que te permitiram caracterizá-lo.
Duarte é um bom rapaz com juízo e bom coração, nunca diz uma palavra que seja verdade, morgado de raça quase castelhana, mente por hábito sem saber que o faz. Os processos de caracterização de personagens foram a caracterização directa e a heterocaracterização.
6. Resume as mentiras que Duarte conta a Brás Ferreira na cena III.
Duarte diz que tinha uma brasileira rica que queria casar consigo, que espantou ladrões que frequentava a casa do general Lemos e que este lhe oferecera três lugares de primeira ordem, que era director do clube, que tivera uma casa e que a vendera na véspera.
Cenas IV, V e VI
7. O que leva Duarte a mentir?
Duarte diz que as coisas contadas tal como são, não têm graça.
8. Qual foi a artimanha arranjada por José Félix para salvar Duarte?
José Félix disfarçou-se de Sr. Tomás José Marques.
9. Qual a reacção de Duarte à estratégia de José Félix? Justifica a tua resposta com expressões do texto.
Fica admirado e diz «que história será esta?» e «A mim sempre me sucedem coisas! Esta é a mais extraordinária...». Depois, pede-lhe o dinheiro da casa.
Cenas VII, VIII e IX
10. Que mentira inventa Duarte para não ir a casa do General?
Diz que não podia sair de casa, porque esperava que o venham buscar para um duelo.
11. Que estratégia inventa agora José Félix para salvar Duarte?
Disfarça-se de inglês.
Cenas X, XI, XII, XIII e XIV
12. Depois da situação do Inglês estar resolvida, Duarte ia sendo apanhado em mais uma mentira, que tinha dito anteriormente.
12.1- Que mentira era essa?
Duarte tinha dito que tinha um grande almoço preparado.
12.2- Quem o salvou desta vez?
Quem salvou a situação foi a Joaquina.
13. “Vamos ensaiar José Félix no novo papel que tem de representar.”
13.1- A que novo papel Joaquina se refere.
Era que José Félix se disfarçasse de General.
13.2- Achas que haveria necessidade de representar esse novo papel? Justifica a tua resposta.
Não era necessário, porque o General Lemos acabava de chegar.
Cena XV
14. Por que motivo queria o General ralhar com Duarte?
O general queria ralhar com Duarte, porque ele ainda não tinha ido ter com ele para lhe pedir a recebedoria de Santarém.
15. Que combina Brás Ferreira com o General?
Brás Ferreira pede ao General que o ajude a confundir Duarte e que não diga o seu nome.
16. Qual o motivo apresentado por Brás Ferreira para não casar a sua filha com Duarte?
Diz que tinha avisado Duarte que se o apanhasse numa mentira não havia casamento.
Cena XVI
17. Que estratagema inventa Brás Ferreira para desmascarar Duarte?
Brás Ferreira diz que o General era um senhor do Porto que desejava conhecer o General Lemos.
18. Como recomeçam os deslizes de Duarte?
Duarte não reconhece o general e prontifica-se a apresentar aquele senhor ao general.
19. Qual a reacção de Duarte ao saber que estava a falar com o General e que mentira inventa de seguida?
Fica admirado e diz que o General Lemos que ele conhecia era outra pessoa.
20. Qual a condição apresentada por Brás Ferreira para perdoar ao Duarte?
Se o Duarte lhe provasse que o primo do general estava em Lisboa.
Cena XVII
21. Quem aparece para tentar salvar a situação?
Aparece José Félix com uma farda de Brigadeiro.
22. Como o considera Duarte?
Considera-o um querido protector.
23. Que ligação havia entre o falso brigadeiro e o General?
José Félix era criado do General.
24. Quem e de que modo acaba por salvar a situação?
É o Genera que confirma que José Félix era o seu primo coronel Lemos que voltara de Inglaterra
25. Explica as afirmações de Duarte: “Mas é que isso hoje parece um acinte... não invento senão verdades.”
Duarte diz que as mentiras que inventa se transformam em verdades só para o contrariarem.
26. Como se justifica Duarte do hábito de mentir?
Diz que mentir era um vício e que as mentiras vinham umas atrás das outras.
27. Interpreta a última fala de José Félix no contexto da peça?
José Félix diz que o que fez com que as mentiras se transformassem em verdades foi a bolsa com dinheiro que lhe estava prometida, confirmando assim o seu carácter interesseiro.
28. Qual a função dos apartes ao longo da peça?
Transmitir aos espectadores o que as personagens estão a pensar.
29. Indica, exemplificando, qual a importância da linguagem para a caracterização das personagens.
José Félix ao dizer «cos diabos» demonstra que é uma personagem do povo e de baixa condição social, tal como Joaquina ao dizer «Cruzes!». O General mostra que é uma pessoa de alta condição social e educada, devido à linguagem que utiliza «Creio que é o Senhor Brás Ferreira, do Porto, a que tenho a honra de falar? Muita satisfação de ver Vossa Senhoria em Lisboa.». Joaquina também revela que tem pouca instrução ao dizer: « Província será a terra de você...”.
30. Apresenta exemplos de cómico de situação presentes ao longo da peça.
Sempre que José Félix aparece disfarçado de alguém que Duarte inventara, este mostra-se muito admirado e interroga-se como é que é possível que as mentiras que inventa sejam verdades. Outro exemplo de cómico de situação é quando Duarte diz ao próprio general Lemos sem o conhecer que é muito amigo dele e que o apresentará ao general.
1. De onde vem Joaquina e como é que ela caracteriza esse lugar?
Vem do Porto e caracteriza-o com sendo a “segunda capital do reino e a cidade eterna”.
2. Por que motivo Joaquina e José Félix estavam interessados no casamento de Amália com Duarte?
Estavam interessados, porque com o casamento de Amália, Joaquina receberia um dote de cem moedas e, assim, já poderia casar com José Félix.
3. Caracteriza José Félix e indica os processos de caracterização de personagens que te permitiram caracterizá-lo.
José Félix era interesseiro, emigrou, esteve em Paris e é criado particular de um General. Os processos de caracterização foram a caracterização indirecta, porque sabemos que ele é interesseiro, pelas suas palavras “a minha paixão, a nossa felicidade, cem moedas sonantes...”; há a caracterização directa, através da autocaracterização, porque ele caracteriza-se a si próprio, e da heterocaracterização, pois Joaquina disse que ele estava tolo e doido..
Cenas II e III
4. Qual a condição necessária para que o pai de Amália a deixasse casar com Duarte?
Que o Duarte não seja apanhado a mentir.
5. Caracteriza Duarte e indica os processos de caracterização que te permitiram caracterizá-lo.
Duarte é um bom rapaz com juízo e bom coração, nunca diz uma palavra que seja verdade, morgado de raça quase castelhana, mente por hábito sem saber que o faz. Os processos de caracterização de personagens foram a caracterização directa e a heterocaracterização.
6. Resume as mentiras que Duarte conta a Brás Ferreira na cena III.
Duarte diz que tinha uma brasileira rica que queria casar consigo, que espantou ladrões que frequentava a casa do general Lemos e que este lhe oferecera três lugares de primeira ordem, que era director do clube, que tivera uma casa e que a vendera na véspera.
Cenas IV, V e VI
7. O que leva Duarte a mentir?
Duarte diz que as coisas contadas tal como são, não têm graça.
8. Qual foi a artimanha arranjada por José Félix para salvar Duarte?
José Félix disfarçou-se de Sr. Tomás José Marques.
9. Qual a reacção de Duarte à estratégia de José Félix? Justifica a tua resposta com expressões do texto.
Fica admirado e diz «que história será esta?» e «A mim sempre me sucedem coisas! Esta é a mais extraordinária...». Depois, pede-lhe o dinheiro da casa.
Cenas VII, VIII e IX
10. Que mentira inventa Duarte para não ir a casa do General?
Diz que não podia sair de casa, porque esperava que o venham buscar para um duelo.
11. Que estratégia inventa agora José Félix para salvar Duarte?
Disfarça-se de inglês.
Cenas X, XI, XII, XIII e XIV
12. Depois da situação do Inglês estar resolvida, Duarte ia sendo apanhado em mais uma mentira, que tinha dito anteriormente.
12.1- Que mentira era essa?
Duarte tinha dito que tinha um grande almoço preparado.
12.2- Quem o salvou desta vez?
Quem salvou a situação foi a Joaquina.
13. “Vamos ensaiar José Félix no novo papel que tem de representar.”
13.1- A que novo papel Joaquina se refere.
Era que José Félix se disfarçasse de General.
13.2- Achas que haveria necessidade de representar esse novo papel? Justifica a tua resposta.
Não era necessário, porque o General Lemos acabava de chegar.
Cena XV
14. Por que motivo queria o General ralhar com Duarte?
O general queria ralhar com Duarte, porque ele ainda não tinha ido ter com ele para lhe pedir a recebedoria de Santarém.
15. Que combina Brás Ferreira com o General?
Brás Ferreira pede ao General que o ajude a confundir Duarte e que não diga o seu nome.
16. Qual o motivo apresentado por Brás Ferreira para não casar a sua filha com Duarte?
Diz que tinha avisado Duarte que se o apanhasse numa mentira não havia casamento.
Cena XVI
17. Que estratagema inventa Brás Ferreira para desmascarar Duarte?
Brás Ferreira diz que o General era um senhor do Porto que desejava conhecer o General Lemos.
18. Como recomeçam os deslizes de Duarte?
Duarte não reconhece o general e prontifica-se a apresentar aquele senhor ao general.
19. Qual a reacção de Duarte ao saber que estava a falar com o General e que mentira inventa de seguida?
Fica admirado e diz que o General Lemos que ele conhecia era outra pessoa.
20. Qual a condição apresentada por Brás Ferreira para perdoar ao Duarte?
Se o Duarte lhe provasse que o primo do general estava em Lisboa.
Cena XVII
21. Quem aparece para tentar salvar a situação?
Aparece José Félix com uma farda de Brigadeiro.
22. Como o considera Duarte?
Considera-o um querido protector.
23. Que ligação havia entre o falso brigadeiro e o General?
José Félix era criado do General.
24. Quem e de que modo acaba por salvar a situação?
É o Genera que confirma que José Félix era o seu primo coronel Lemos que voltara de Inglaterra
25. Explica as afirmações de Duarte: “Mas é que isso hoje parece um acinte... não invento senão verdades.”
Duarte diz que as mentiras que inventa se transformam em verdades só para o contrariarem.
26. Como se justifica Duarte do hábito de mentir?
Diz que mentir era um vício e que as mentiras vinham umas atrás das outras.
27. Interpreta a última fala de José Félix no contexto da peça?
José Félix diz que o que fez com que as mentiras se transformassem em verdades foi a bolsa com dinheiro que lhe estava prometida, confirmando assim o seu carácter interesseiro.
28. Qual a função dos apartes ao longo da peça?
Transmitir aos espectadores o que as personagens estão a pensar.
29. Indica, exemplificando, qual a importância da linguagem para a caracterização das personagens.
José Félix ao dizer «cos diabos» demonstra que é uma personagem do povo e de baixa condição social, tal como Joaquina ao dizer «Cruzes!». O General mostra que é uma pessoa de alta condição social e educada, devido à linguagem que utiliza «Creio que é o Senhor Brás Ferreira, do Porto, a que tenho a honra de falar? Muita satisfação de ver Vossa Senhoria em Lisboa.». Joaquina também revela que tem pouca instrução ao dizer: « Província será a terra de você...”.
30. Apresenta exemplos de cómico de situação presentes ao longo da peça.
Sempre que José Félix aparece disfarçado de alguém que Duarte inventara, este mostra-se muito admirado e interroga-se como é que é possível que as mentiras que inventa sejam verdades. Outro exemplo de cómico de situação é quando Duarte diz ao próprio general Lemos sem o conhecer que é muito amigo dele e que o apresentará ao general.
Ficha de Leitura do conto“História da Gata Borralheira” in Histórias da Terra e do Mar de Sophia de Mello Breyner Andresen
I
O PRIMEIRO BAILE
Lê o texto desde o início (pág. 9) até “Era um vestido que lhe tinha sido oferecido pela tia que era sua madrinha.” (Pág. 14).
1. Qual será o tema do texto?
a) A solidão p b) A indiferença p c) A amizade p
1.1- Justifica a tua resposta com elementos do texto.
2. Indica o assunto do texto.
3. Situa a acção deste excerto no tempo.
4. Indica os vários espaços onde decorre a acção narrada neste excerto.
Espaço Físico (local da acção):
Espaço Social (meio Social em que se desenrola a acção):
Espaço Psicológico (espaço sentido emocionalmente pela personagem):
5. Indica os recursos estilísticos presentes no primeiro parágrafo, apresentando exemplos e o valor expressivo de cada um deles.
6. O ambiente da noite contrasta com o do interior do salão de baile? Justifica a tua resposta com elementos do texto.
7. Quem é a personagem principal? Que indicações nos dá sobre ela o narrador?
7.1- Indica os processos de caracterização utilizados para caracterizar esta personagem.
8. Qual a reacção de Lúcia perante as raparigas a quem foi apresentada?
9. Como se comportavam as raparigas? Justifica a tua respostas com elementos do texto.
10. Atenta na seguinte frase: “Aquela sala cheia de gente, de luzes e de música pareceu-lhe um lugar belo e desejável mas onde não havia lugar para ela”.
10.1- Qual o estado de espírito de Lúcia?
10.2- Explica por palavras tuas a frase transcrita.
11. A que conclusão chegou Lúcia quando se olhou ao espelho?
II
A SEMANA ANTERIOR
Lê desde “Oito dias antes...”(pág. 14) até “... pensou ela. (Pág. 18).
1. Na acção relatada por este excerto, há um recuo ou um avanço no tempo?
2. Quais os espaços onde decorre a acção neste excerto?
3. Completa o seguinte quadro com as desculpas que Lúcia deu à sua tia para não usar aquele vestido e com os argumentos utilizados pela tia para a convencer a levar o vestido.
DESCULPAS DE LÚCIA
ARGUMENTOS DA TIA
Lúcia disse que lilás lhe ficava mal
aquela cor era para ser vista à luz eléctrica
4. Por que motivo Lúcia não desistiu de ir ao baile?
5. Como era a vida de Lúcia em casa do pai?
6. Retira do excerto um exemplo de narração, de descrição e de diálogo.
7. Uma vez que não podia comprar uns sapatos de salto alto, que solução encontrou Lúcia?
7.1- Descreve os sapatos que Lúcia encontrou.
7.2- Por que motivo Lúcia não se importou de levar aqueles sapatos?
III
O SAPATO
Lê desde “Mas agora, ali...” (pág. 18) até “...sapatos bordados de brilhantes” (pág. 34).
1. Como reagiu Lúcia quando ouviu as três raparigas a falarem de si?
2. Nesta parte, há ainda duas personagens que, de certo modo, também funcionam como «fadas boas», procurando através das suas palavras avisar Lúcia dos perigos que corria. Quem são?
3. A que é que a rapariga compara os espelhos?
3.1- Como justifica ela a comparação que estabelece?
3.2- Que mensagem pretenderia transmitir a rapariga?
3.3- Lúcia entendeu esta mensagem? Justifica.
4. O rapaz também lhe lança um aviso. Que aviso foi esse?
4.1-O que significa esse aviso?
4.2- Lúcia terá entendido esse aviso? Porquê?
5. A coisa que Lúcia mais temia aconteceu. O que sucedeu?
6. Depois de se esconder, que facto vem à memória de Lúcia?
7. Refere o início e o final da analepse que relata o pensamento de Lúcia.
8. Quais os argumentos utilizados pela madrinha para a convencer a morar com ela
9. Indica o motivo que levou Lúcia a não aceitar o convite da sua tia. Lúcia disse que não podia deixar o seu pai e os seus irmãos.
10. Por que motivos Lúcia hesitava ainda em escolher outro caminho?
11. Qual foi a promessa que Lúcia fez a si própria?
IV
O OUTRO CAMINHO
Lê desde o início da segunda parte do conto até "... e a caixa na gaveta "(pág. 38).
l. Atenta na frase: "Daí a dias foi viver com a tia ". Como vês houve um período de tempo que foi omitido. Que nome se dá a esse processo?
2- Atenta na frase: "Iniciou então o seu novo caminho." Qual será esse novo caminho?
3. Lúcia esqueceu o primeiro baile?
4.0 que terá levado Lúcia a guardar o vestido lilás?
5. Identifica um recurso estilístico presente no terceiro parágrafo e explica o que pretende transmitir.
6. Caracteriza Lúcia com elementos retirados deste excerto.
V
O SEGUNDO BAILE
Lê desde "Quando ela apareceu..." (pág. 38) até ao final do conto.
l- Descreve o vestuário que Lúcia levou ao segundo baile.
2. Qual a reacção das outras pessoas à chegada de Lúcia?
3. Por que motivo Lúcia se dirigiu à mesma sala onde se escondera vinte anos antes
4. O que viu Lúcia nesse espelho?
4. l - Como reagiu Lúcia a essa imagem?
4.2- O que simboliza esse espelho?
5. Caracteriza a nova personagem que lhe apareceu e indica a figura de estilo utilizada na sua descrição.
5.1- O que simboliza essa personagem?
6. Comenta as seguinte frase: O teu sapato é o preço do mundo.
7. O que significará o facto de Lúcia ter morrido?
8. Qual terá sido a mensagem que a autora pretendeu transmitir com este conto.
9. Compara o conto tradicional “A Cinderela” com a “História da Gata Borralheira” de Sophia de Mello Breyner Andresen.
O PRIMEIRO BAILE
Lê o texto desde o início (pág. 9) até “Era um vestido que lhe tinha sido oferecido pela tia que era sua madrinha.” (Pág. 14).
1. Qual será o tema do texto?
a) A solidão p b) A indiferença p c) A amizade p
1.1- Justifica a tua resposta com elementos do texto.
2. Indica o assunto do texto.
3. Situa a acção deste excerto no tempo.
4. Indica os vários espaços onde decorre a acção narrada neste excerto.
Espaço Físico (local da acção):
Espaço Social (meio Social em que se desenrola a acção):
Espaço Psicológico (espaço sentido emocionalmente pela personagem):
5. Indica os recursos estilísticos presentes no primeiro parágrafo, apresentando exemplos e o valor expressivo de cada um deles.
6. O ambiente da noite contrasta com o do interior do salão de baile? Justifica a tua resposta com elementos do texto.
7. Quem é a personagem principal? Que indicações nos dá sobre ela o narrador?
7.1- Indica os processos de caracterização utilizados para caracterizar esta personagem.
8. Qual a reacção de Lúcia perante as raparigas a quem foi apresentada?
9. Como se comportavam as raparigas? Justifica a tua respostas com elementos do texto.
10. Atenta na seguinte frase: “Aquela sala cheia de gente, de luzes e de música pareceu-lhe um lugar belo e desejável mas onde não havia lugar para ela”.
10.1- Qual o estado de espírito de Lúcia?
10.2- Explica por palavras tuas a frase transcrita.
11. A que conclusão chegou Lúcia quando se olhou ao espelho?
II
A SEMANA ANTERIOR
Lê desde “Oito dias antes...”(pág. 14) até “... pensou ela. (Pág. 18).
1. Na acção relatada por este excerto, há um recuo ou um avanço no tempo?
2. Quais os espaços onde decorre a acção neste excerto?
3. Completa o seguinte quadro com as desculpas que Lúcia deu à sua tia para não usar aquele vestido e com os argumentos utilizados pela tia para a convencer a levar o vestido.
DESCULPAS DE LÚCIA
ARGUMENTOS DA TIA
Lúcia disse que lilás lhe ficava mal
aquela cor era para ser vista à luz eléctrica
4. Por que motivo Lúcia não desistiu de ir ao baile?
5. Como era a vida de Lúcia em casa do pai?
6. Retira do excerto um exemplo de narração, de descrição e de diálogo.
7. Uma vez que não podia comprar uns sapatos de salto alto, que solução encontrou Lúcia?
7.1- Descreve os sapatos que Lúcia encontrou.
7.2- Por que motivo Lúcia não se importou de levar aqueles sapatos?
III
O SAPATO
Lê desde “Mas agora, ali...” (pág. 18) até “...sapatos bordados de brilhantes” (pág. 34).
1. Como reagiu Lúcia quando ouviu as três raparigas a falarem de si?
2. Nesta parte, há ainda duas personagens que, de certo modo, também funcionam como «fadas boas», procurando através das suas palavras avisar Lúcia dos perigos que corria. Quem são?
3. A que é que a rapariga compara os espelhos?
3.1- Como justifica ela a comparação que estabelece?
3.2- Que mensagem pretenderia transmitir a rapariga?
3.3- Lúcia entendeu esta mensagem? Justifica.
4. O rapaz também lhe lança um aviso. Que aviso foi esse?
4.1-O que significa esse aviso?
4.2- Lúcia terá entendido esse aviso? Porquê?
5. A coisa que Lúcia mais temia aconteceu. O que sucedeu?
6. Depois de se esconder, que facto vem à memória de Lúcia?
7. Refere o início e o final da analepse que relata o pensamento de Lúcia.
8. Quais os argumentos utilizados pela madrinha para a convencer a morar com ela
9. Indica o motivo que levou Lúcia a não aceitar o convite da sua tia. Lúcia disse que não podia deixar o seu pai e os seus irmãos.
10. Por que motivos Lúcia hesitava ainda em escolher outro caminho?
11. Qual foi a promessa que Lúcia fez a si própria?
IV
O OUTRO CAMINHO
Lê desde o início da segunda parte do conto até "... e a caixa na gaveta "(pág. 38).
l. Atenta na frase: "Daí a dias foi viver com a tia ". Como vês houve um período de tempo que foi omitido. Que nome se dá a esse processo?
2- Atenta na frase: "Iniciou então o seu novo caminho." Qual será esse novo caminho?
3. Lúcia esqueceu o primeiro baile?
4.0 que terá levado Lúcia a guardar o vestido lilás?
5. Identifica um recurso estilístico presente no terceiro parágrafo e explica o que pretende transmitir.
6. Caracteriza Lúcia com elementos retirados deste excerto.
V
O SEGUNDO BAILE
Lê desde "Quando ela apareceu..." (pág. 38) até ao final do conto.
l- Descreve o vestuário que Lúcia levou ao segundo baile.
2. Qual a reacção das outras pessoas à chegada de Lúcia?
3. Por que motivo Lúcia se dirigiu à mesma sala onde se escondera vinte anos antes
4. O que viu Lúcia nesse espelho?
4. l - Como reagiu Lúcia a essa imagem?
4.2- O que simboliza esse espelho?
5. Caracteriza a nova personagem que lhe apareceu e indica a figura de estilo utilizada na sua descrição.
5.1- O que simboliza essa personagem?
6. Comenta as seguinte frase: O teu sapato é o preço do mundo.
7. O que significará o facto de Lúcia ter morrido?
8. Qual terá sido a mensagem que a autora pretendeu transmitir com este conto.
9. Compara o conto tradicional “A Cinderela” com a “História da Gata Borralheira” de Sophia de Mello Breyner Andresen.
sexta-feira, 2 de março de 2007
Auto da Barca do Inferno
Representação - parte 1
Representação - parte 2
Tepresentação - parte 3
Representação - parte 4
Representação - parte 5
http://qwert_7.blogs.sapo.pt/2422.html
http://qwert_7.blogs.sapo.pt/962.html
http://qwert_7.blogs.sapo.pt/709.html
http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/portugues/portugues_trabalhos/autobarcainferno.htm
Um bom trabalho será detectar os erros do vídeo anterior!
http://videos.sapo.pt/cDigvZqBcNs37geI6baW
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